segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Site da revista Wired libera uso de imagens em Creative Commons



O site da Wired, revista especializada em tecnologia, liberou o uso de suas imagens gratuitamente para blogueiros e outras publicações sob os critérios do Creative Commons (CC).

Em sua página oficial, a Wired.com disse que havia se beneficiado do compartilhamento de imagens CC e, por isso, resolveu disponibilizar as fotos produzidas pela equipe do portal. "Os fotógrafos da Wired.com têm o trabalho invejável de fotografar as coisas mais legais e as pessoas mais intrigantes do mundo da tecnologia. Agora, nós vamos disponibilizar muitas dessas fotos para você, público, de graça", anunciou a publicação.

Desde segunda-feira (7), uma galeria no Flickr, com mais de 50 fotos, como os retratos de Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Steve Ballmer, Trent Reznor, entre outros, poderá ser utilizada pelos internautas. Outras imagens de coberturas de eventos também poderão ser copiadas.

Para compartilhar as fotos em Creative Commons, deve-se respeitar os créditos do autor e da revista, discriminando a origem da foto (pede-se que, caso seja publicado na internet, a matéria original seja linkada). A Wired não permite o uso comercial das imagens, apenas editorial, e mashupse colagens são autorizadas.

Com informações da Folha de S.Paulo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Livro de Lawrence Lessig, Remix, para download em licença Creative Commons Free

remix_cover_l

O mais recente livro de Lawrence Lessig, Remix, agora está sob licença Creative CommonsFree. Você pode fazer o download da obra, que versa sobre a cultura do remix (retrabalhar obras de outros artistas), no link abaixo. Kutiman seria um bom exemplo das idéias defendidas pelo autor.
Lessig é o criador do Creative Commons, que busca flexibiliar os direitos autorais. Vale a pena conferir o vídeo da palestra que ele fez na TED Talks.


Outros livros de Lessig podem ser encontrados no blog do autor: http://www.lessig.org/blog/2009/04/remix_now_ccfree.html

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

1o sites onde ler e publicar ebooks online

O avanço do modelo de leitura digital converge para o cenário de leitura online e nem tanto o descarregar do ebook. A eBook Friendly sugere-nos os 10 mais populares sites para se ler livros online.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Serpro oferece cursos a distância gratuitos


Assim como acredita e defende o Software Livre, o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) acredita que outras formas de conhecimento também devam ser acessíveis e compartilhadas com todos.
Por isso disponibiliza para livre distribuição e uso 14 cursos para instalação em ambienteMoodle.
Os cursos podem ser utilizados, desde que respeitados os termos da licença, por qualquer pessoa, órgão do governo ou sociedade interessado em promover a disseminação do conhecimento.
Para que os cursos funcionem perfeitamente em uma instalação do Moodle recomendamos que sejam seguidas as Instruções de Instalação.
Os cursos disponibilizados são os seguintes:

sábado, 5 de novembro de 2011

Blurb.com, auto-publicação de ebooks em português


A Blurb.com, site que permite a auto-publicação de livros e ebooks, passou a ter versão em língua portuguesa. Agora, os luso-escritores podem publicar o seu registo nesta plataforma.
A empresa disponibiliza o Blurb BookSmart®, um software gratuito de criação de livros que sugere layouts personalizáveis e pré-desenhados, muitas fontes fontes de letra e ferramentas necessárias para a criação de livros sofisticados. Ideal para criar ebooks.

domingo, 30 de outubro de 2011

Dez telas de Felix Nussbaum, pintor e vítima do Holocausto

O Triunfo da Morte - 1944

Felix Nussbaum (nascido em 11 de Dezembro de 1904 em Osnabrück, falecido a 2 de Agosto de 1944 em Auschwitz) foi um pintor alemão de religião judaica, com várias obras que ilustram os horrores do Holocausto, do qual ele foi vítima. Estudou em Hamburgo e Berlim, arte, livre e aplicada (freie und angewandte Kunst). Nos anos 1920 e 30 as suas exposições em Berlim tiveram grande sucesso. Com a chegada ao poder dos Nazis em 1933, foi obrigado a viver no exílio, em Itália, França e finalmente na Bélgica (Bruxelas) com a sua mulher, a polaca Felka Platek, com quem casou em 1937. Com a ocupação pelos alemães e o regime de Vichy, foi internado num campo de concentração em França. Conseguiu no entanto fugir com a sua mulher e esconder-se na casa de um amigo, também um artista, em Bruxelas. Foi traído e denunciado em Junho de 1944 e imediatamente preso, juntamente com a sua mulher. Foi levado para campo de concentração de Malines (ou Mecheln) de onde foi levado para Auschwitz, onde foi assassinado em 2 de Agosto de 1944, presumivelmente com a sua mulher.


Fonte: Wikipédia




TELAS 
(clique nas imagens para ampliar)

 Maler im Atelier 1931

Selbstbildnis mit Judenpass 1943

Selbstbildnis mit grüner Mütze 1936

Auto-retrato com máscara, 1928

Selbstbildnis im Totenhemd, 1942

O refugiado 1939

Jewish Boy with a Badge

Surrealistic Landscape


Peur 1941

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Você sabe o que é o ePub?



Eduardo Melo - via http://revolucaoebook.com.br


O ePub trata-se de um padrão internacional para eBooks, livre e aberto, organizado por um consórcio de empresas chamadoIDPF – International Digital Publishing Forum. Encabeçam o IDPF empresas como Sony, Adobe, Microsoft, entre várias outras.
O ePub é um arquivo produzido em XHTML, basicamente os mesmos códigos usados por uma página simples da Internet (HTML), acompanhado de uma folha de estilos .css para o controle do design e da diagramação. Imagens e fotos são embaladas, junto com o conteúdo – um arquivo para cada capítulo, em um arquivo com extensão.ePub. Essa extensão é reconhecida pelo computador, também, como um arquivo compactado.
Ou seja, o ePub é feito de tecnologias e linguagens já dominadas pelas pessoas. Como disse o Sérgio da DM9DDB durante o Congresso do Livro Digital de 2010, o editor que quiser criar livros em ePub só precisa contratar um programador de HTML5, que ele saberá perfeitamente como criar livros em ePub. A afirmação do Sérgio está correta!
A adoção do formato ePub, internacionalmente, decorre de duas necessidades básicas. A primeira, estabelecer um padrão aberto para os eBooks, que não pague royalties para nenhuma empresa e possa ser aperfeiçoado ao longo do tempo, à medida que o mercado evolui. A segunda, bastante prática, é permitir que o livro possa ser lido pela maior quantidade de aparelhos e programas possíveis, usando apenas um formato, para economizar tempo e dinheiro através de toda a cadeia de produção de eBooks. Por isso, a escolha da linguagem XHTML e a simplicidade do formato ePub foram decisões refletidas, que visaram facilitar a adoção e o emprego do formato sem maiores dificuldades e investimentos.
Um livro feito em ePub permite que a leitura seja uma experiência boa em qualquer tipo de tela, independente do tamanho, ou do sistema. Pode-se aumentar ou reduzir o tamanho da fonte, alargar ou diminuir o tamanho da página. Com isso, é possível ler o mesmo eBook, o mesmo arquivo, em vários aparelhos, tanto faz se a leitura é no celular, no iPhone, no Sony Reader ou no PC. O texto é redimensionado automaticamente para o tamanho da tela.

Indo um passo além: vantagens e produção

Há uma enorme vantagem operacional para os editores, que adotam o formato ePub. Um arquivo ePub é escrito em XML. Essa é a linguagem do futuro. Conteúdos escritos podem ser facilmente convertidos por ferramentas automáticas, quando estão marcados na linguagem XML. Simplificando bastante, o XML permite classificar cada trecho de um texto com um determinado rótulo. Hoje isso pode parecer pouco importante. Daqui alguns anos, porém, com o progresso da Internet e o surgimento do que os pesquisadores chamam de “Web Semântica“, esse tipo de classificação será extremamente útil para relacionar, linkar e gerar novos conteúdos online. Ter seus livros, desde já, em XML, representa uma vantagem competitiva e uma economia considerável em investimentos, alguns anos a frente.
Alguém irá fazer a objeção de que publicar eBooks apenas em PDF é possível. Sim, é claro que é possível. Mas a flexibilidade para criar e distribuir conteúdo, no PDF, é muito menor. A leitura só fica boa, e olhe lá, em alguns computadores. E mesmo assim, a experiência de leitura é fraca, já que é necessário o scrolling constante da tela, tanto na horizontal, quanto na vertical. Para efeitos de cognição, a leitura deve ter a menor distração possível. Além disso, os leitores não são bobos. Eles sabem como é fácil criar um PDF, e publicar somente um PDF indiscutivelmente derruba o valor intrínseco do eBook. Afinal, com um PDF o editor está oferecendo só o basicão.
Transformar para ePub um PDF, InDesign, Quark Xpress, Word e outros, não é tarefa fácil. Existem ferramentas que transformam PDFs e documentos automaticamente em ePub, das quais a melhor e mais conhecida delas é o Calibre, um programa gratuito. Para um nível profissional de produção do ePub, o Calibre é insuficiente. Quem espera vender e-books, precisa investir em aprendizagem, treinamento e testes, muitos testes.
A produção de um eBook em ePub demanda o conhecimento dos padrões do ePub, ferramentas adequadas para a produção (embora, teoricamente, qualquer editor de HTML possa ser utilizado), um ambiente de teste da qualidade final dos arquivos produzidos e – fundamental – a utilização inteligente das tags de classificação do livro, os metadados, que substituem no mundo eletrônico a velha ficha catalográfica.
Mais importante ainda do que o formato ePub em si, o editor precisa estar muito atento à qualidade dos metadados agregados ao seu eBook. É através deles que os buscadores (Google, etc) e os sistemas das livrarias online localizarão o livro. Considerando que a maior parte das vendas online de eBooks ocorrem através de buscas, a precisão e o fornecimento correto dos metadados são críticos para a venda – ou não – de um eBook.