Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de junho de 2017

Impresso Normal, modalidade dos Correios para o envio de livros, ficará mais caro


O envio de certos livros agora fica mais caro. Os Correios resolveram limitar a modalidade de envio "impresso normal", voltada justamente para o despacho mais barato de livros. Nessa modalidade, uma tabela permite variação de preço a cada faixa de peso, até um peso máximo, sem considerar a distância.
O limite antes era de 20 kg, e agora passa a ser de somente 2 kg. Em 2016, os Correios já haviam tentado limitar a modalidade de envio -à época, a ideia era diminuir o peso permitido de 20 kg para 500 g, mas a empresa acabou recuando.
A medida deve afetar o envio de livros técnicos, como obras de medicina e direito, que costumam ultrapassar o peso agora permitido. Os livreiros menores e sebos em locais longe do eixo Rio-São Paulo também devem sentir mais os efeitos da mudança.
Para ter uma ideia, 67% das compras feitas na Estante Virtual são feitas fora do Rio e de São Paulo.
"Há livreiros distantes que sobrevivem com as vendas on-line. Agora, com a alteração, fica difícil eles concorrerem com o grande e-commerce", diz Richard Svartman, CEO da Estante Virtual.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Pesquisadores do MIT desenvolvem tecnologia que digitaliza livros fechados


Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores do MIT promete revolucionar a maneira de digitalizar documentos e livros para o formato digital. Publicado na revista Nature Communications, a tecnologia propõe que livros possam ser digitalizados sem precisar escanear página por página, bastando inserir qualquer livro fechado para que o processo seja feito. 
Caso a tecnologia seja aperfeiçoada, ela poderá agilizar o trabalho de bibliotecas, por exemplo. A maneira de conseguir uma versão digital de documentos e livros se tornará muito mais fácil e rápida. No vídeo abaixo você pode verificar com mais detalhes como a tecnologia desenvolvida no MIT funciona:

  

O processo utiliza radiação tetrahertz, que é absorvida pelo papel e tinta de uma maneira diferente. A câmera é tão precisamente ajustada que os pesquisadores conseguem detectar a diferença entre uma página e outra, apesar de haver apenas 20 micrômetros de ar entra cada uma. As páginas digitalizadas são lidas através de softwares ajustados para o processamento da imagem gerada. 

Ainda há um longo caminho a ser percorrido. Neste momento, a tecnologia permite a leitura de apenas nove páginas agrupadas. Mas, novas pesquisas poderiam maximizar este número, tornando os resultados surpreendentes, principalmente para arquivistas e bibliotecários. Com a nova tecnologia, será possível obter acesso a livros restritos e antigos através de uma cópia digital e também agilizar consideravelmente o tempo de digitalização de documentos. 

Via TNW, Nature Communications

sábado, 2 de julho de 2016

UE exige que todos os artigos científicos se tornem de acesso aberto até 2020

paywall
Recentemente discutimos aqui sobre a briga da Elsevier com o Sci-Hub, o repositório público que agrega e disponibiliza artigos científicos normalmente protegidos por paywall para quem quiser ler, sem a necessidade de carteirada ou de abrir a carteira. A questão principal é: a quem pertence o conhecimento, o pesquisador, à população ou ao periódico que cobra pelo acesso?
A União Europeia entendeu que ele deve ser colocado ao alcance de todos, sem exceção, e por conta disso bateu o martelo e determinou que TODAS as publicações científicas produzidas no bloco, sem exceções sejam colocadas em acesso aberto até 2020.
Como funciona hoje? O pesquisador se mata de trabalhar e estudar para produzir sua pesquisa, e trabalho realizado, é preciso publicá-lo. Entram aí os periódicos de grande nome como a Nature e a Science Magazine, que se não cobram diretamente do pesquisador submetem o artigo a critérios de avaliação malucos, que consideram inclusive o valor de buzz que a pesquisa poderá gerar, o que intensifica a procura, gera mais pageviews e consequentemente mais dinheiro para o periódico.
Caso seja aprovado o trabalho do cientista é indexado e publicado, só que fica protegido atrás de um paywall que cobra pelo acesso (algo que também não é muito simplificado para leigos em alguns casos). A Elsevier, o maior repositório do mundo é ainda mais inescrupulosa, pois cobra quantias do pesquisador que podem chegar a até US$ 1.000,00 para este ter seu trabalho indexado. Ou seja, ela lucra duas vezes.
Ah sim, desnecessário dizer que os periódicos não retornam um tostão ao pesquisador.
Aí você pergunta: por que o pesquisador se sujeita a isso? Por causa do Fator de Impacto: publicar numa Nature ou numa Science causa muito mais impacto na comunidade científica que na PLOS One, que embora libere o acesso também já publicou muito lixo, já que funciona no esquema “pagou, publicou”. Assim temos o bizarro cenário em que o conhecimento é eletivo, só ao alcance de quem pode pagar. Alternativas como o Sci-Hub, que tentam democratizar o acesso são muito bem-vindas mas este é um território nebuloso, já que estamos falando de uma prática ilegal.
E é por causa disso tudo que a União Europeia resolveu por um basta nessa farra. No último dia 27 o Conselho de Competitividade da UE determinou que todos os artigos acadêmicos produzidos por instituições públicas ou privadas do bloco econômico deverão ser disponibilizados em caráter de Acesso Aberto até o ano de 2020. A decisão ainda não tem força de lei mas isso é questão de tempo, 28 países assinaram a resolução (cuidado, PDF) e não tem volta, é aceitar de cabeça baixa ou sofrer as consequências.
Obviamente que os defensores do formato de paywall não estão nada contentes, e para a surpresa de ninguém a Elsevier está liderando o bloco dos reclamões, seguido de perto pelo conglomerado Springer-Nature (responsável pela Nature, obviamente). Ambos defendem o formato de seus negócios mas sinceramente, terão de aceitar resignados que vão perder rios de dinheiro na Europa.
Claro que é um pequeno passo para vermos o cenário ideal de conhecimento livre em todo o globo, mas é um começo. Eu defendo que o conhecimento científico deve sim ser colocado ao alcance de todos e não concordo com a cobrança dos periódicos, que gozam de renome para comercializar bens de coisa pública, que não pertencem a ninguém.
Fonte: Science.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Aplicativo permite acesso de usuários a teses, livros e obras de referência científica

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) desenvolveu um aplicativo para telefonia móvel, o Periódicos. O objetivo é permitir um acesso mais fácil e rápido a teses, livros e obras de pesquisadores de referência científica das mais de 400 instituições participantes do portal. O programa está disponível para os sistemas operacionais IOS e Android.




FONTE: TV NBR
Via Jornal Agrosoft

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Correios oferecerão e-mail criptografado gratuito à população

Os Correios vão disponibilizar um serviço de e-mail criptografado gratuito para a população brasileira.
O objetivo é evitar espionagem de conteúdo.
Segundo o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, a remuneração da empresa poderia ser feita por meio da venda de anúncios na página, assim como os atuais e-mails gratuitos como Gmail e Hotmail.
"É uma grande oportunidade de negócios do ponto de vista dos Correios. Os correios do mundo hoje não vivem só de cartas, têm que encontrar novas formas de se sustentar," disse Lins.
A ideia surgiu durante o desenvolvimento de um projeto de certificação digital de mensagens, que está sendo feito pelos Correios para oferecer a empresas e pessoas físicas, mediante pagamento.
Lins disse que, apesar de o sistema ter começado a ser estudado antes das denúncias de espionagem de mensagens de brasileiros pelo governo dos Estados Unidos, as notícias recentes podem acelerar o projeto.
A expectativa é que o serviço de correio eletrônico gratuito criptografado esteja disponível para a população até o final deste ano
O sistema está sendo desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
O presidente do Serpro, Marcos Mazoni, defende que o sistema do Serpro é mais seguro por usar infraestrutura própria e software livre, além de ser um e-mail criptografado.
Segundo Mazoni, o Serpro vai fazer o trabalho técnico junto com os Correios.
Caberá ao Ministério das Comunicações fazer uma articulação para potencializar uma infraestrutura capaz de atender à população do país.
O e-mail será gratuito, e o projeto será custeado pelo governo. O sistema deverá ser nos mesmos moldes do serviço de e-mail expresso que já é oferecido pelo Serpro a seus clientes corporativos.

domingo, 4 de agosto de 2013

Primeiro “PC Open Source” de arquitetura Intel chega às lojas por US$ 200

Placa-mãe é volta a entusiastas e desenvolvedores de soluções embarcadas. Esquemáticos e design estão disponíveis sob uma licença Creative Commons.
O primeiro “PC Open Source” baseado na arquitetura Intel já está disponível a desenvolvedores interessados em novas aplicações para a arquitetura x86 ou entusiastas interessados em montar seus próprios sistemas.
Batizado de “MinnowBoard”, o PC é na verdade uma placa-mãe desenvolvida em parceria pela Intel e CircuitCo Electronics, uma empresa especializada em placas-mãe Open Source, e começou a chegar às revendas nos EUA neste mês com preço sugerido de US$ 200.
Os esquemáticos e arquivos de design da placa estão disponíveis sob uma licença Creative Commons e podem ser duplicados. A Intel já havia anteriormente compartilhado designs para servidores através do projeto Open Compute do Facebook, mas estes eram voltados principalmente a grandes empresas que projetam e constroem seus próprios servidores. A MinnowBoard, que mede pouco mais de 10 x 10 cm, é o primeiro hardware Open Source baseado na arquitetura Intel projetado para entusiastas e desenvolvedores.
minnowboard-500px.jpg
MinnowBoard: processador Atom de 32 Bits e 1 GB de RAM
Ficha técnica
A MinnowBoard é baseada em um processador Intel Atom E640, um chip de 32 Bits que foi originalmente lançado em 2010, acompanhado por 1 GB de RAM DDR2, uma porta HDMI para conexão a monitores e TVs de alta-definição, uma interface de rede Gigabit Ethernet, portas USB e um slot para cartões microSD para armazenamento removível. Também há oito pinos de GPIO (General Purpose I/O) para comunicação com dispositivos externos.
O firmware da máquina, baseado na especificação UEFI, também é Open Source, possibilitando o desenvolvimento de ambientes personalizados de boot seguro. Entre os possíveis usos da MinnowBoard estão o desenvolvimento e testes de aplicações em sistemas embarcados.
A Minnowboard está disponível em revendas online incluindo a Digi-Key, Farnell, Mouser Electronics e Newark. A Intel e a CircuitCo também estabeleceram um site para uma comunidade online em minnowboard.org, com especificações técnicas e mais informações sobre a placa.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Buscador Bing ganha filtros de busca para imagens com licença Creative Commons

bing

Notícia publicada originalmente em http://canaltech.com.br

Para evitar problemas com o uso de imagens com direitos autorais, o Bing acaba de ganhar novos filtros para a busca de imagens com licença Creative Commons, permitindo que os usuários filtrem sua pesquisa até encontrar imagens que possam ser usadas em outras páginas. 
"Se você é um blogueiro que adora escrever, um professor ajudando seus alunos com um projeto ou uma editora planejando panfletos comerciais, nós tornamos mais fácil e rápido para você procurar por fotos licenciadas para o seu trabalho", escreveu Rizwan Ansary, gerente do programa, em postagem no blog oficial da empresa.
Anteriormente, os usuários tinham que vasculhar por todos os detalhes da imagens para identificar quais poderiam ser usadas em seus projetos, mas com os novos filtros do Bing, eles podem aprimorar sua busca e encontrar apenas os tipos de fotos que desejam. Entre as opções de filtros estão imagens de domínio público; livres para compartilhar e usar; livres para usar comercialmente; livres para usar, modificar e compartilhar; e livres para modificar, compartilhar e usar comercialmente.
Bing imagens Creative Commons
Foto: Divulgação
A Microsoft ainda afirmou que as pessoas que utilizam o Office 2013 poderão ter acesso aos filtros de busca por imagens do Bing a partir de qualquer aplicação do Office, com os resultados mostrando apenas as imagens licenciadas por padrão.



Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/internet/Bing-ganha-filtros-de-busca-para-imagens-com-licenca-Creative-Commons/#ixzz2YgnKCZuw 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Unicamp lança portal com conteúdo utilizado em aulas


Página já possui mais de 1.300 itens de diversas áreas do conhecimento

Portal e-Unicamp, desenvolvido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), oferece conteúdo das aulas e ferramenta de acompanhamento online das disciplinas
Portal e-Unicamp oferece conteúdo das aulas e ferramenta de acompanhamento online das disciplinas (Reprodução)
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou, nesta segunda-feira, o portal e-Unicamp, que reúne cerca de 300 animações, 1.000 imagens e 50 vídeos desenvolvidos a pedido de professores para utilização em sala de aula. O conteúdo, disponível gratuitamente na página virtual www.ggte.unicamp.br/e-unicamp/public/, está agrupado em quatro grandes áreas: exatas, tecnológicas e da terra; ciências humanas; artes; biológicas e profissões da saúde. 
Leia também:

De acordo com a gerente do projeto, Maria Larissa Sanchez, a ideia é compartilhar, por meio desses objetos, o conhecimento gerado na Unicamp. "Queremos também fomentar a página regularmente com novos materiais conforme eles forem aproveitados pelos professores", diz Sanchez. "Já temos cerca de 300 novos conteúdos para serem postados em breve, com a autorização dos professores."

Além disso, o portal e-Unicamp também dá acesso à ferramenta ToolDo - espécie de gerenciador de arquivos educacional utilizado por docentes para montar aulas online e disponibilizar apostilas interativas aos alunos.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Pesquisadores compartilham estudos em defesa da 'ciência aberta'


Jean-Claude Bradley

http://noticias.terra.com.br

Aplicativos online e games são usados por cientistas para compartilhar suas descobertas e acabar com o ambiente fechado dos laboratórios


Enquanto você acessa esta reportagem, pode abrir uma outra aba no seu navegador e acompanhar os estudos antimalária do pesquisador americano Jean-Claude Bradley e seus alunos. Eles compartilham informações sobre tudo o que produzem no programa da Drexel University, na Filadélfia, que tem como objetivo desenvolver compostos orgânicos úteis para a prevenção ou para a cura dessa doença que mata mais de 1 milhão de pessoas por ano no mundo. Além de acessar as pesquisas, você também pode contribuir com mais dados, desde que se inscreva no ambiente on-line.
O pesquisador químico Bradley usa o modelo "wikis" para publicação e compartilhamento. Ele é um dos defensores e praticantes da ciência aberta, que prega a disponibilização das informações em uma rede. É o modelo oposto à pesquisa fechada em laboratórios e mais uma prática que ganha força com a cultura digital.
Uma das instituições que nasceram na esteira dessa cultura, o CreativeCommons – fundado em 2001 nos Estados Unidos com a missão de ampliar o compartilhamento e uso do conhecimento através de licenças que se opõem ao copyright (todos os direitos reservados) tem uma área exclusiva para discutir ciência. Sob a bandeira do Creative Commons Science estão as publicações da Public Library of Science (Biblioteca Pública de Ciências) e das editoras BioMed Central e Hindawi, que são oferecidas gratuitamente aos usuários. Na Public, todos os artigos publicados trazem sinopse escrita para o público não especializado. Um esforço para tornar mais acessíveis aqueles conteúdos.
A atenção do pesquisador Bradley ou dos gestores do Creative Commons, em São Francisco, ao modelo de ciência aberta não é somente uma questão ideológica. O jogo on-line Fold It, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Washinghton, está aí para mostrar que a abertura e a colaboração em rede podem acelerar a pesquisa e o desenvolvimento. Em 2011 o game foi notícia em todo o mundo quando os jogadores voluntários decifraram a estrutura de uma proteína retroviral que está diretamente relacionada ao vírus HIV. Até então os cientistas não sabiam como era tal estrutura, e isso impedia a projeção de outras moléculas que pudessem bloqueá-la. Foi o primeiro caso documentado de problema científico solucionado em parceria com jogadores, e publicado em periódicos como a Nature Structural & Molecular Biology.
Para criar desafios com tal potencial de colaboração com a ciência, uma equipe multidisciplinar, que envolve cientistas da computação, engenheiros e bioquímicos e soma nove pessoas trabalha incansavelmente sobre um jogo de quebra-cabeça. O pesquisador de pós-doutorado do Departamento de Bioquímica da Universidade de Washington Firas Khatib é uma delas e conta que mesmo depois de quatro anos de Fold It ainda surgem dilemas sobre até onde ir com a dinâmica de jogo. "Às vezes queremos adicionar algumas restrições, para manter as soluções do jogador o mais próximo da realidade, mas vemos que aquele caminho pode tornar o game menos divertido ou mais lento", diz ele, enfatizando que abrir a ciência para quem está fora dos laboratórios requer constantemente o exercício de ponderar sobre quais experiências serão oferecidas.
Quando a experiência "vale a pena", o público não vai embora, e segue colaborando, até que, num formato de comunidade, atingem resultados relevantes, como aconteceu com o Fold It, onde a proposta é montar e organizar estruturas de proteínas. "Sabíamos, em 2008, que não estávamos criando ali uma versão final do Fold It, que havia muito para ser aperfeiçoado, mas o que nos surpreende é ver que uma grande quantidade de jogadores que estava lá, em 2008, se mantém presente, e isso é excelente em todos os aspectos", comenta Khatib.
A cocriação por meio de ferramentas on-line é uma das formas de engajamento na ciência, mas não a única para o público não especializado. Além de fazer as vezes de cientista, pode-se também ser patrocinador de pesquisas. Plataformas de crowdfunding já apresentam projetos científicos, e de olho nesse nicho surgiu a Dodo, a primeira no mundo voltada exclusivamente para projetos genéticos e criada por brasileiros.
A iniciativa acabou de chegar à web, liderada pela Beagle Informatics, startup fundada pelo paraibano Vinicius Maracaja, PhD em bioinformática pela USP. Ele não pretende ser apenas um facilitador da ciência, mas também fomentar as práticas colaborativas para o estudo mesmo, por isso explica que outra plataforma, a NimbusGene está a caminho, e por lá todas as projetos bem-sucedidos na arrecadação coletiva do Dodo terão um espaço gratuito para armazenamento de dados e estudo colaborativo.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MEC planeja dar acesso ao livro digital a alunos da rede pública nos próximos anos


http://www.agrosoft.org.br


Em 2013, a estudante Beatriz Aguiar ingressou no 1º ano do ensino médio em uma escola particular de Brasília (DF). Além de todas as mudanças já esperadas para o período, mais uma: o material escolar agora não ocupa mais do que o espaço de um tablet na mochila. Por quatro parcelas de R$ 277 ela comprou as obras que serão usadas e atualizadas durante o período letivo. OMinistério da Educação (MEC), planeja, para os próximos anos, dar acesso a esse material aos alunos da rede pública.

Consta no edital para os livros a serem distribuídas em 2015 peloPrograma Nacional do Livro Didático (PNLD) a inscrição de obras multimídia, que reúnam livro impresso e digital. Eles deverão ter vídeos, áudios, animações, infográficos, mapas interativos, páginas da web e outros objetos que complementarão as informações contidas nos textos escritos. 

"Além de termos acesso aos textos, temos outros recursos para ajudar no aprendizado, eu estou gostando muito", diz Beatriz. Ontem (27/02/13) foi o Dia Nacional do Livro Didático, e a Agência Brasilprocurou a opinião de especialistas sobre as tendências nessa área da educação.

Segundo a pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Priscilla Tavares, a digitalização do material didático apresenta pontos favoráveis como a aproximação dos alunos por meio de um material mais atrativo. "Avaliações do ensino reportam que os alunos não frequentam a biblioteca por falta de interesse pela leitura. Por outro lado, além de atrair, essas obras têm alcance restrito: o aluno, em casa, pode não ter computador ou internet". Dados do Ibope Mediamostram que no terceiro trimestre de 2012, 94,2 milhões de brasileiros, menos da metade (47,5%) tinham acesso à internet.

Priscilla afirma também que os meios digitais podem ajudar no desempenho dos estudantes ou atrapalhar. Um estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) de 2007 concluiu que as escolas com acesso à internet têm maior eficiência, que se reflete no desempenho dos estudantes. O mesmo estudo mostrou que os laboratórios podem ser mal utilizados, levando ao pior desempenho por "alocar equivocadamente" o tempo dos estudantes. "Os alunos estão adaptados, têm maior convívio com os meios digitais, mas muitos professores não têm esse conhecimento. O recurso audiovisual é bom quando se sabe usar", diz a pesquisadora.

Para melhorar o acesso, o Ministério da Educação já distribuiu 382.317 tablets. A meta é chegar a 600 mil até o final de 2013. Na primeira etapa, os equipamentos serão destinados a professores de escolas de ensino médio. Apenas o Amapá e o Maranhão não aderiram ao programa. Estão previstos conteúdos de domínio público, outros disponibilizados pelo MEC e pela Khan Academy. Por ano, o ministério investe cerca de R$ 1 bilhão pelo PNLD.

De acordo com o presidente Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Sérgio Quadros, o setor busca o aperfeiçoamento na área para atender à demanda cada vez maior. Ele explica no entanto, que os preços não devem sofrer muitas alterações: "É possível que fique mais barato com a eliminação da cadeia de custo do papel. No entanto, surge outra cadeia, que envolve hospedar a obra em algum servidor para acessá-la pela internet entre outros. No fim, trocam-se alguns custos por outros".

O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara defende um modelo já adotado nos Estados Unidos, o chamadoRecursos Educacionais Abertos (REA), por meio do qual o governo compra os direitos autorais das obras. Isso permitiria que os professores tivessem acesso facilitado não apenas a uma obra por disciplina (como ocorre pelo PNLD), mas a todas as disponibilizadas pelo MEC

"O professor pode usar 20, 30 obras, variando em cada aula como achar melhor". O REA consta no Projeto de Lei 1.513/2011, em tramitação na Câmara dos Deputados. A Abrelivros adianta que caso o modelo passe a vigorar, deverá ser cobrado um valor adequado à disponibilização do conteúdo.

FONTE

Mariana Tokarnia - Repórter

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Livros eletrônicos exigem menos esforço mental que livro de papel


Como ler
O que você prefere: ler um livro de papel, ou o mesmo livro em formato digital, usando um leitor eletrônico (e-reader)?
A larga maioria de um grande grupo - reunindo jovens e idosos - respondeu prontamente que preferia o tradicional livro de papel.
Mas, quando foram divididos em grupos, aqueles que leram o livro no leitor eletrônico despenderam menos esforço mental para a leitura no aparelho eletrônico do que no livro em papel.
Foi o que descobriram Matthias Schlesewsky e seus colegas da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha.
Esforço mental na leitura
Quase todas as pesquisas de opinião mostram que as pessoas em geral afirmam preferir ler um livro de papel do que lê-lo em um leitor específico (e-reader) ou em um tablet.
Por isso, os pesquisadores queriam avaliar as origens dessa preferência em termos de esforço neural exigido para processar a informação lida nos três meios - papel, leitor eletrônico ou tablet.
Apesar da entrevista inicial concordar com os resultados das outras pesquisas - a maioria diz preferir o livro de papel - os resultados neurais não deram suporte a essa preferência.
Os pesquisadores avaliaram os movimentos dos olhos e a atividade cerebral, e documentaram um esforço significativamente menor para a leitura do livro eletrônico, sobretudo entre os leitores mais idosos.
Os participantes mais jovens, entre 21 e 34 anos de idade, mostraram esforços similares para a leitura em todas as três mídias.
Prazer dos sentidos
Nenhum dos participantes no estudo teve dificuldade para compreender o que tinha lido em qualquer um dos dispositivos.
Mas, com base nos exames fisiológicos avaliados, os pesquisadores sugerem que os leitores mais idosos podem se beneficiar do maior contraste apresentado pelos aparelhos de leitura eletrônica, em comparação com os livros de papel.
O estudo não avaliou os esforços físicos envolvidos, como o maior peso do livro de papel ou o eventual incômodo da constante mudança de posição para leitura do anverso e do verso das folhas.
Apesar de a leitura ser uma atividade tipicamente mental, a maioria das pessoas dá razões "sensuais" para preferir o livro de papel, sobretudo a textura e o cheiro do livro.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Um e-reader que custa 10 euros





Txtr apresentou na Frankfurt Book Fair o The Beagle, um e-ink que espera vender a… 10 euros. Sim, bastante barato graças a uma parceria com operadoras móveis que o vão vender a baixo custo em pacotes especializados.

Trata-se de um ereader e-ink de ecrã de 5 polegadas e 128 gramas.
Conheça-o no vídeo abaixo.


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Partido Pirata do Brasil é criado oficialmente no Recife


Evento na capital pernambucana contou com a presença do idealizador do Partido Pirata no mundo, o sueco Rick Falkvinge. Foto: Facebook/Reprodução
Evento na capital pernambucana contou com a presença do idealizador do Partido Pirata no mundo, o sueco Rick Falkvinge
Foto: Facebook/Reprodução
http://noticias.terra.com.br

Um ato realizado na noite de sábado no Recife formalizou a criação do Partido Pirata do Brasil. De acordo com o movimento, mais de 100 pessoas de 15 Estados do País estiveram presentes. Os militantes assinaram o programa, o estatuto e elegeram a primeira direção nacional da nova sigla, o PPBr, que já existia no papel desde 2007. O partido para poder concorrer em eleições precisa ainda passar pelo aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O movimento político surgiu a partir da rede Internacional de Partidos Piratas, uma organização ligada a ativistas da tecnologia, e tem como bandeira, por exemplo, a inclusão digital, o uso de softwares livres e a construção de políticas públicas colaborativas. A reunião na capital pernambucana contou com a presença do idealizador do Partido Pirata no mundo, o sueco Rick Falkvinge. Ele veio ao Brasil para ajudar na criação da legenda e também participou de eventos como o Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre, e a Campus Party, no Recife.
"Eu passei os últimos dias viajando pelo Brasil, ministrando palestras e conhecendo os ativistas e fiquei com uma impressão muito positiva do movimento e da cultura", afirmou o líder dos piratas em seu site. Ele deixa o País neste domingo. "Minha impressão de que o Brasil tem a habilidade e a capacidade para dar um golpe nas economias dominantes atuais", diz o europeu.
Segundo o PPBr, o movimento já possui todos os documentos necessários para informar legalmente a sua criação ao TSE. O próximo passo é iniciar a coleta de 500 mil assinaturas. A primeira direção nacional eleita do Partido Pirata tem como secretário geral, Alexssandro Albuquerque "Bauer".
O estatuto aprovado no sábado já está no ar e define que o partido é uma "associação voluntária de cidadãos que se propõem a lutar pela proteção dos direitos humanos, por liberdade de expressão, pelo direito civil à privacidade das informações em todos os suportes e meios de transmissão e armazenamento, pela liberdade de aquisição e de compartilhamento de conhecimento e tecnologias, incluindo transformações políticas e sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais destinadas a garantir a propagação da informação de forma livre e sem impedimentos, com o objetivo de colaborar na construção e desenvolvimento de um Estado Democrático de Direito mais transparente e justo".

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Creative Commons anuncia ferramenta seletora de licença


A organização Creative Commons (CC) lançou uma nova versão de sua ferramenta online para ajudar os usuários a escolher uma licença Creative Commons para suas obras. De acordo com o engenheiro de Software Jonathan Palecek, a ferramenta foi reconstruída porque foi bem sucedida, o seletor de licença original foi considerado demasiado linear e se assemelhava a um processo de registro. "Além disso, como a ferramenta foi prorrogado várias vezes, a sua interface se tornou mais e mais confusa", acrescentou Palecek.


O seletor de nova licença da Creative Commons é atualizado dinamicamente enquanto o usuário seleciona as opções e preenche os metadados da atribuição. O desenvolvedor diz que a ferramenta seletor de licença foi completamente redesenhada para "uma maior clareza e facilidade de uso".


A ferramenta web-based combina seleção e páginas de resultados em quatro painéis para ajudar os usuários a escolher uma das seis licenças Creative Commons de direitos autorais. Como os usuários selecionam as opções e preenchem metadados de atribuição, a sugestão de licença resultante e código para inserir a licença em uma página web são atualizados dinamicamente, o que simplifica ainda mais o processo de selecção e elimina a necessidade de um botão de envio. A ferramenta seletor de nova licença está disponível em creativecommons.org/choose.


Um dia depois de anunciar o seletor de nova licença, a organização sem fins lucrativos, também publicou um novo projecto da versão 4.0 de sua suíte de licenças Creative Commons. O segundo projecto incorpora as alterações com base no feedback da comunidade sobre uma série de questões políticas. "Recebemos uma grande quantidade de entrada e propostas de revisão e as pessoas compartilhavam muitas opiniões bem informadas sobre uma vasta gama de tópicos", disse Diane Peters,Diretor do Conselho Geral da CC, acrescentando que "...enquanto houver compromisso e consenso, decidimos adicionar ao projecto 2 as bem fundamentadas e consideradas".


O período para comentários sobre o segundo projeto é menor do que o primeiro e, de acordo com o cronograma de projeto, irá fechar no início de setembro, após o qual uma terceira versão e potencialmente será publicado no final. CC espera finalizar e liberar a versão 4.0 da suíte de licença por volta do final do ano. Um resumo de toda a discussão pública do novo projeto - incluindo a política e elaboração de decisões, e até temas - pode ser encontrada na página Draft 2.


Postado originalmente por Sergio Graças em http://tecnicolinux.blogspot.com

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Veduca traz aulas do MIT, Harvard, Yale e outras legendadas em português



POR - 

Sempre que colocamos aqui algum curso ou aulas em vídeo, um detalhe inviabiliza a participação de muita gente: o inglês. Como a maior parte desse material está na língua do tio Sam, a barreira do idioma inviabiliza o aproveitamento desse rico material. Um brasileiro está destruindo essa barreira. Conheça Carlos Souza e o Veduca.
Carlos abandonou seu emprego como engenheiro em uma multinacional para investir tudo no Veduca, um site que legenda e disponibiliza, gratuitamente, aulas de instituições como MIT, Harvard, UCLA, Stanford… Como apenas 2% da população brasileira tem o inglês afiado, ele acredita haver potencial na ideia.
No momento, o Veduca já conta com mais de 200 aulas traduzidas e já no primeiro mês teve 73 milhões de acessos aos seus vídeos. Em entrevista à Galileu, Carlos disse que o portal foca em universitários, profissionais formados e professores, mas que não há impedimento algum para que outros perfis usufruam do serviço. Com a quinta maior população universitária do mundo (6,1 milhões) e mais e mais gente interessada em aprender via Internet, mercado para o Veduca, há.
Os planos de Carlos são ambiciosos: ele quer levar aulas de universidades brasileiras para a Internet. Parcerias com algumas, não reveladas, já estão sendo firmadas e nos próximos meses as primeiras aulas nacionais deverão aparecer no site. Além disso, uma ferramenta de legendagem colaborativa está sendo desenvolvida, o que permitirá que fluentes no inglês ajudem no trabalho de tradução do material internacional.
O Veduca, como dito, é gratuito e divide seu acervo de acordo com vários critérios — professores, universidades, disciplinas e assuntos. Acesse-o no link ao lado. [Veduca via Galileu]

domingo, 13 de maio de 2012

Primeiro festival de cinema sob licença Creative Commons na Cidade do México


De 9 a 14 de julho, os moradores da Cidade do México vai apreciar o seu primeiro festival de cinema sob licenças Creative Commons (CC CMX) . Este é um espaço que será exibido obras audiovisuais, curtas-metragens, longas-metragens, documentários, que estão sob tais licenças de propriedade intelectual com o objectivo de criar uma rede de distribuição para novos criadores. O que é a diferença neste ciclo com o resto do negócio na cidade? Para entender sua importância, é necessário entender um pouco sobre as licenças Creative Commons .

O que é Creative Commons?

Em 2001 veio "Creative Commons, uma organização não governamental sem fins lucrativos, liderada por Lawrence Lessig, professor de Direito na Stanford University. A idéia do projeto foi desenvolver um grupo de licenças de propriedade intelectual (mais conhecido como comuns licenças criativas de bens) menos rigoroso do que no presente, compatível com as várias jurisdições do mundo, e para permitir que o autor para fornecer flexibilidade ao seu trabalho. As licenças Creative Commons são projetados para um modelo de distribuição com base na cópia, em um mundo onde a reprodução ea distribuição de obras estão disponíveis para todos os processos.
Ao longo de mais de uma década, as licenças foram traduzidos e adaptados para serem compatíveis com diversas legislações do mundo, incluindo Espanha, México e Argentina. Licenças Creative Commons permitem que o autor a colocar certas condições em seu trabalho, como o liberdade para o jogo sob atribuição, criar obras derivadas ou restringir a comercialização. Os termos são baseados em copyleft neologismo cunhado, em contraste com o autor, um conjunto de palavras cujo significado pode ser traduzido como "permissão para copiar" (ou no sentido literal, o autor à esquerda).

Onde é que o festival?

O festival de cinema na Cidade do México é uma cópia do Criativo NCCB Barcelona Commons Festival de Cinema . O evento espanhol é a partir de 2010 e está registrado sob uma licença Attribution Noncommercial - Share Alike (CC-NA-SA). Isto significa que qualquer pessoa no mundo pode organizar um festival similar, desde que se reúne duas condições:
  • O licenciado tem o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados para fins não comerciais.
  • O licenciado tem o direito de distribuir trabalhos derivados sob uma licença idêntica à licença que rege o trabalho original.
Festival de Barcelona terá sua terceira edição nos dias seguintes (10 a 13 de Maio). Além da capital mexicana, outras cidades que já sediaram o ciclo deste ano foram Madrid (19-22 de Janeiro), Lima (28 fevereiro-2 março) e Buenos Aires (13 a 16 de Março).

Qual é o CMX DC?

O CC CMX será mostrado em diferentes locais do Centro Histórico do México, Espanha Centro Cultural, Museu Nacional de Arte da Universidade do Claustro de Sor Juana, entre outros. Além dos filmes, haverá um workshop sobre o uso de licenças Creative Commons em projetos audiovisuais (muito importante para jovens diretores) e um par de mesas-redondas temáticas: "Cinema na era da Internet" e "Os espaços no cinema " . Se eu não tenho nenhuma dúvida sobre o CMX-DC como se inscrever, como participar com seus trabalhos, pode contactar os organizadores diretamente no site do festival.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Universidades dos EUA lançam cursos gratuitos na web


Cinco universidades de prestígio dos Estados Unidos criarão cursos online gratuitos para estudantes em todo o mundo através de uma nova plataforma de ensino interativo, chamada Coursera, anunciaram os criadores no dia 18 de abril de 2012. O Coursera vai oferecer mais de 30 cursos universitários no ano que vem através do seu site - www.coursera.org - sobre assuntos que vão desde mitologia grega a neurologia, de cálculo a poesia americana contemporânea. As aulas serão projetadas e ministradas por professores de StanfordPrinceton,Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade da Pensilvânia e Universidade de Michigan.

Os dois fundadores, professores de ciência da computação da Universidade de Stanford, também anunciaram que receberam US$ 16 milhões em financiamento de duas empresas de investimento do Vale do Silício.

Coursera se junta a uma série de projetos online ambiciosos que visam tornar o ensino superior mais acessível e barato. Muitos desses empreendimentos, no entanto, simplesmente publicam palestras inteiras na web, sem nenhum componente interativo. Outros se esforçam para criar novas universidades do zero.

Os fundadores Daphne Koller e Andrew Ng afirmam que o Courseraserá diferente, pois os professores de escolas de prestígio vão ensinar usando o nome de sua universidade e vão adaptar os seus cursos mais populares para a web, incorporando tarefas e exames a aulas em vídeo, respondendo a perguntas dos alunos em fóruns online - e até mesmo, talvez, trabalhando por meio de videoconferência.

Testes de múltipla escolha e de respostas curtas serão avaliados via computador. O Coursera em breve apresentará um sistema de classificação para avaliar trabalhos mais complexos, tais como ensaios ou algoritmos.

Os estudantes não receberão créditos da faculdade. Mas o Courserapode oferecer "certificados de conclusão" ou transcrições mediante pagamento de uma taxa. Uma empresa também pode tentar lucrar conectano empregadores com alunos que tenham demonstrado aptidão em uma determinada área, disse uma porta-voz.

As universidades participantes esperam se beneficiar aumentando a sua reputação no exterior, conectando-se com ex-alunos distantes e, quem sabe, trazendo doações de alunos online agradecidos.

FONTE: Portal Terra

sábado, 21 de abril de 2012

Parceria Unicamp e Univesp começam a disponibilizar aulas abertas via internet

A exemplo do que já fazem as maiores universidades do mundo, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) começou a gravar e disponibilizar aulas, que poderão ser assistidas por qualquer pessoa por meio da internet. A gravação das primeiras aulas foi feita pela Univesp TV, canal digital da TV Cultura de São Paulo. Em seu site no Youtube clique aqui para acessar -, a Univesp disponibilizou um programa-piloto com os conteúdos das aulas de Cálculo 1 (1, 5, 6 e 7) e de Física 1 (que reúne os programas 1 a 4) - as disciplinas de maior demanda pelos alunos da instituição.

A intenção é, segundo o pró-reitor de Graduação da Unicamp, Marcelo Knobel, ampliar as oportunidades de estudo de graduandos desta e de outras universidades brasileiras.

"Ofertamos um novo tipo de acesso às aulas com vistas à expansão do ensino superior público", informa.

Aulas na internet em português

Knobel comenta que a geração de conteúdos será feita regularmente e envolve um convênio entre a Unicamp e a Univesp para filmar e disponibilizar cursos completos via Internet. "No país, há poucas oportunidades dessas, de cursos formatados em português", afirmou.

As aulas poderão também ser acessadas brevemente noOpenCourseWare (OCW) da Unicamp, um portal que hospeda conteúdos educacionais em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação e oferecidos à comunidade gratuitamente.