Mostrando postagens com marcador Manuais e Tutoriais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Manuais e Tutoriais. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de novembro de 2012

Como digitalizar livros físicos - Tutorial e video aula

Fabiane Lima
Desde o surgimento dos livros digitais, há uma turma por aí que torce o nariz para eles, aparentemente sem motivo. Se antes não havia dispositivo que pudesse imitar a textura sem brilho do papel, hoje as vantagens de se ler a série A Song of Ice and Fire em formato digital superam muito as possíveis vantagens que poderiam haver em lê-la no livro físico, por exemplo. Daí se conclui que a turma supracitada tem algo mais parecido com uma parafilia, querendo sentir o toque e o cheiro do papel, e ver toda a sua coleção pegando poeira e sendo tomada por traças numa bela estante estrategicamente posicionada para impressionar as visitas. Mas tara é tara, e cada um com as suas.
O assunto deste texto, porém, é outro. Apesar de a disponibilidade de livros digitais hoje ser grande, podendo-se achar quase qualquer título nas Amazons da vida, nem tudo são flores. Aquele “quase” ali inclui livros acadêmicos, livros lançados apenas no Brasil (sejamos sinceros: nenhum serviço brasileiro de livros digitais se compara minimamente com a Amazon), edições antigas, e uma série de outras possibilidades que impedem leitores adeptos deste novo formato de conseguir ler em seus aparelhinhos. No Brasil, a demanda por livros digitais é ainda muito pequena, seja por falta de quem compre ou pela falta de eReaders, o que desencoraja editoras a digitalizar seu acervo.
E o que fazer quando você se dá conta de que há em sua casa uma estante cheia de títulos acumulados ao longo da vida e que jamais lerá, justamente por não estarem em formato digital? E que alguns daqueles títulos você realmente precisa ler, uma vez que se tratam de literatura básica para uma futura vida acadêmica que você vem planejando, e para a qual a editora não está afim de contribuir? O que fazer? Como proceder?
Digitalizar seu acervo (para uso pessoal, logicamente) não é uma tarefa fácil. Em primeiro lugar, é preciso que três coisas fiquem claras:
  • Paciência: digitalizar um livro não é um trabalho divertido. Ver as horas passando no relógio e perceber que nem 20% do tomo foi escaneado e você perdeu todo um sábado em que poderia estar pedalando lá fora pode ser incrivelmente desanimador.
  • Desapego: seu livro, que custou não menos que duas refeições no Outback, pode ficar em estado lastimável se você não tem acesso a uma belezinha dessas. Pense que pode sim valer a pena e que, no final, o que conta é o conteúdo. Depois você pode pegar dois volumes daquela Barsa que não usa mais e tentar des-desengonçá-lo.
  • Uso pessoal: é recomendável não distribuir sua cópia digital por aí. Quando se compra um livro, automaticamente se concorda com termos que impedem a reprografia e redistribuição.
Se você chegou até aqui e ainda tem intenção de fazer a conversão de seus livros, seguem abaixo algumas dicas:

Digitalizando

  1. Divida o livro em trechos e faça a tarefa aos poucos. Pode levar muito tempo, principalmente se o scanner for emprestado (meu caso), e o livro, muito grande.
  2. Use uma resolução de média para alta (de 200 dpi pra cima), e não esqueça de caprichar no contraste antes de digitalizar. Isso ajuda a diminuir a quantidade de erros dos softwares de OCR (que são MUITOS). Em caso de esquecimento, é possível fazer isso depois, com Photoshop ou GIMP.
  3. Tenha um livro grosso e pesado, ou mais, para manter o livro a ser digitalizado no lugar. É bastante comum que a parte interna da brochura saia fora de foco por não estar bem posicionada no vidro do scanner e o OCR não conseguir ler. Sim, isso pode estragar seu livro. Eu avisei.
  4. Nomeie os arquivos de modo a formar uma sequência facilmente identificável.

“OCRzando”

  1. O software de OCR que utilizei foi o OCRtools, que custa 5 obamas na App Store e faz o trabalho de forma bastante decente. Talvez ele acentue palavras na forma portuguesa (como em “referéncias” ao invés de “referências”), mas isso pode ser corrigido mais adiante. Existem muitas opções gratuitas caso você faça parte dos 90% restantes da população usuária de computadores. Para Linux tem o Tesseract.
  2. No OCRtools é possível criar uma gaveta, adicionar todas as imagens ali e mandar processar. Leva um bom tempo, mas bem menos do que eu imaginava. Acredito que a maioria dos softwares funcione mais ou menos do mesmo modo.

Formatando

  1. Essa parte exige paciência: copie e cole os trechos processados pelo OCR – ou não, dependendo da saída do software que você escolheu – em um documento de texto. Faça buscas para acabar com as quebras de linha originais, e remova trechos de caracteres alienígenas que por acaso o OCR tenha inserido ao longo do texto. Usei o TextWrangler, que tem um bom sistema de busca e substituição.
  2. Cole o texto num processador de textos mais parrudo, com corretor ortográfico. É bom ficar de olho e, por mais que tome algum tempo, corrigir palavra por palavra. Esse cuidado evita que o corretor ortográfico mude nomes próprios ou até mesmo corrija errado.
A partir daqui você pode seguir por dois caminhos distintos. Um dá pouco trabalho. O outro eu segui porque não havia me tocado antes do modo mais simples e porque queria experimentar, visto que ele dá mais possibilidades de estilizar o documento final. São eles:

“eBookzando”: o modo mais simples

  1. Estilize o documento para formatar títulos, subtítulos, notas e tudo o mais e exporte o documento em PDF. Acrescente as imagens no meio do texto, se ouver, e não esqueça da capa na primeira página.
  2. Faça dowload do Calibre – que nós já resenhamos aqui.
  3. Coverta o livro em ePub (ou no formato de sua preferência/necessidade), tomando cuidado com os títulos para a correta geração automática do sumário (opção “Detecção de estrutura”), e pronto. Está feito.

“eBookzando”: modo nightmare (nem tanto)

  1. Jogue o texto novamente no TextWrangler ou em algum editor de texto melhor que o Bloco de Notas. Pode ser o Notepad++.
  2. Coloque tags HTML apropriadas em cada parágrafo, bloco de citação, títulos, subtítulos, etc, da mesma forma que faria com a ferramenta de estilos do Word. Acrescente as imagens, se houver, incluindo a capa. Faça bom uso das tags de título para a correta geração do sumário. Salve como um arquivo HTML normal.
  3. Você pode ver como vai ficando a formatação do livro com o navegador. Faça alterações no CSS se achar necessário, tendo em mente as limitações do seu leitor digital.
  4. Se seu livro tiver mais de um arquivo (como imagens), salve tudo em uma pasta, comprima em um zip e mande pro Calibre para fazer a conversão.
  5. Tome cuidado com a opção “Detecção de estrutura”. Revise todas as opções antes de exportar e pronto.
Difícil? Um pouco. Trabalhoso? Bastante. Vale a pena? Depende. Da importância do livro e de quanto tempo se tem disponível. Por enquanto eu só completei cerca de 20% do livro, mas já joguei esse pedaço no Kobo. Quando a coragem e a necessidade chegarem novamente, eu termino o trabalho.
__________________________________________________________

Aproveitamos para postar aqui no blog uma video-aula encontrada no Youtube, sobre o tema. Vale lembrar que não buscamos de maneira alguma incentivar a pirataria, mas sim a garantia de disponibilidade da Informação e do Conhecimento. Há muitos livros já em domínio público (para quem não sabe, no Brasil um livro entra em domínio público 70 anos após a morte de seu autor. Em muitos países este prazo varia de 50 a 70 anos, em média), livros evangélicos ou seculares, e que ainda não foram digitalizados. Seria de grande valia a digitalização de tais livros, e sua disponibilização gratuita na internet.

____________________________________________________________________


Na questão dos scanners, uma boa opção, que tem as vantagens de não danificar o livro, portabilidade e praticidade, são os chamados scanners de mão. Há modelos idealizados especialmente para escanear livros e revistas. 


A média de preço de um aparelho desses é de R$ 250,00, mas encontrei até por R$ 180,00. Eles não possuem fios (são alimentados por pilhas recarregáveis), e gravam em cartões de memória, e muitos já vem com software OCR (para transformar as imagens em texto). Quanto mais caro, mais recursos o aparelhinho pode trazer.


sexta-feira, 25 de março de 2011

5 sites para publicar o seu eBook

Há diversas plataformas na internet que permitem a auto-publicação de livros, em formato ebook ou em papel. Aqui ficam cinco sugestões.

Bubok.pt – Publique o seu escrito em formato digital e impresso em Portugal (e no mundo).

 Bookess – Uma editora, uma biblioteca, um site de auto-publicação de livros no Brasil.


Kindle Direct Publising – Publique a sua “obra prima” na Amazon Kindle Store.

Lulu.com – Talvez a plataforma mais conhecida de auto-publicação.


Sitio do Livro – Editora e site de venda de livros que também dispõe de uma plataforma de auto-publicação de livros.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Transforme seus e-books para o formato E-PUB


Aprenda como alterar os livros digitais em PDF, PDB ou qualquer outro formato para o padrão EPUB utilizado pelo iPad e vários modelos de e-reader.

Com o crescimento do mercado de leitores digitais, editoras e fabricantes buscam um formato padrão para a publicação de livros eletrônicos. Em um processo semelhante ao que ocorreu na música durante a década de 1990 – quando o MP3 se sagrou o principal formato de arquivo de áudio –, hoje você encontra e-books nos mais diversos formatos.
Caso você ainda não tenha começado a ler em plataformas digitais, que tal começar? O Baixaki tem este artigo mostrando as diversas opções disponíveis – mesmo sem gastar dinheiro com um leitor dedicado.
Seja para um aplicativo no seu telefone ou notebook, para um leitor como o Sony Reader ou oCOOL-ER, ou para o novíssimo Apple iPad, o formato EPUB é a melhor escolha para seu livros digitais. Metadados, imagens, anotações e marcadores de página são apenas algumas das vantagens do formato.
Amazon KindleMesmo quem já tem uma biblioteca digital – contemplando formatos como PDB, LIT, MOBI e até mesmo PDF – só tem a ganhar com a conversão dos livros para aquele que provavelmente será o formato padrão da indústria de e-books.
Ainda que muito maior do que já foi, o mercado de livros digitais só chegou para o grande público recentemente, com o lançamento do Kindle. Isso significa que não existem muitas ferramentas disponíveis – ainda – para se trabalhar com esse tipo de material.
Felizmente, para organizar a sua biblioteca e também converter arquivos entre diversos formatos – inclusive PDF e EPUB – você já encontra, aqui mesmo no Baixaki, uma excelente opção de aplicativo gratuito, o Calibre.
Pré-requisitos
Para realizar a conversão você precisa ter instalado em seu computador o Calibre, que você pode baixar clicando no link abaixo:
Clique aqui para baixar o Calibre para Windows
Vale lembrar que o Calibre também está disponível para Mac e Linux, então qualquer que seja o seu sistema operacional favorito, você pode utilizá-lo.
Além disso, você deve ter algum livro em PDF. Para o tutorial será utilizado o livro “As Minas de Salomão”, de H. Rider Haggard, disponível em domínio público e obtido através do siteManyBooks.net. Apenas lembrando que o ManyBooks já oferece também versões em EPUB, porém como este artigo trata de conversão a partir do PDF, este será o formato baixado no site.
O processo é o mesmo para qualquer outro arquivo – em PDF ou não –, porém livros com diagramações mais complicadas, ou com muitas imagens, podem apresentar problemas de leitura após a conversão para EPUB.
Passo a passo
1. Configurando o Calibre
Ao abrir o Calibre, algumas configurações básicas são requeridas. O programa pergunta sobre o idioma que você deseja utilizar no Calibre e o diretório no qual pretende guardar sua biblioteca.
Escolha do equipamento de leitura
Depois de definir essas informações, o wizard do software pergunta qual dispositivo você utiliza para a leitura. Apesar de permitir configurar diversos leitores específicos – e-readers, smartphones e iPad/iPhone (com o aplicativo Stanza) – uma opção igualmente válida é manter o aplicativo em Default, garantindo o suporte básico para qualquer aparelho.
2. A biblioteca
Adicionar livrosColocar livros na biblioteca do Calibre é fácil e rápido. Para isso, basta clicar no botão de “Adicionar livros” e escolher o arquivo que você pretende incluir. Para organizar melhor a sua coleção – que pode chegar a milhares de títulos rapidamente, se você pesquisar bastante – vale a pena também editar os metadados de cada livro.
3. Convertendo o texto
Depois de acertar toda a informação adicional do livro incluído, pode-se convertê-lo para uma grande variedade de formatos. Entre todas as extensões possíveis, entretanto, a mais versátil é a EPUB.
Depois de clicar no botão “Converter eBooks”, uma janela de configurações abrirá. Para uma conversão básica não é necessário – em teoria – alternar nada.
Entrada e saída
No alto da janela de conversão existem duas listas de seleção: “Input format”, que deve estar preenchida com o formato do arquivo de origem – PDF no caso –, e “Output format”, que deve estar em EPUB. Caso não seja esse o formato, basta selecioná-lo na lista.
As diversas seções existentes na coluna esquerda abordam características técnicas do e-book em EPUB, porém apenas algumas são realmente relevantes para quem não está publicando livros, e sim os convertendo para uso pessoal.
Edição de metadados durante a conversão
A primeira seção – “Metadados” – permite a edição de metadados do arquivo de destino baseada na informação do arquivo de origem. Todas as alterações feitas no passo 2 deste tutorial serão transmitidas automaticamente para o arquivo EPUB.
Look & Feel
Preferencialmente não altere nada na seção “Look & Feel”, já que aqui se ajustam características de tipografia. Uma vez que praticamente todo leitor tem ajustes internos a partir do padrão, configurar essas informações de forma errada pode prejudicar o resultado final do e-book convertido.
Page setup
Em “Page Setup”, escolha o perfil de saída (“Output profile”) mais indicado para o seu aparelho de leitura. No caso de telefones celulares ou para leitura no próprio computador, prefira o perfil padrão (“Default Output Profile”).
Structure detection
“Structure detection” só deve ser alterado por quem sabe bem como foi criado o arquivo original, uma vez que trabalha com informações de imagens, cabeçalhos e rodapés através de comandos e códigos.
Todo e-book convertido apresenta um índice de conteúdo (table of contents).
Table of contents
Esse índice pode ser gerado automaticamente – caso o arquivo a ser convertido não apresente a tabela de capítulos – ou aproveitando o índice do original. A seção “Table of Contents” apresenta configurações desse índice.
PDF Input, EPUB output e DebugNas seções “PDF Input” e “EPUB Output” você pode fazer poucas escolhas a respeito do arquivo original e do resultado da conversão. Na seção sobre EPUB, a primeira caixa de seleção, se marcada, força a criação de um único arquivo – que carrega mais lentamente, mas mantém melhor a integridade do texto –, enquanto a segunda caixa exclui a criação de uma capa padrão para livros que não apresentem uma imagem na página inicial.
“Debug” se refere a problemas de conversão e serve para registrar eventuais falhas no processo, que podem ser corrigidas alterando configurações de conversão, ou para envio aos desenvolvedores do Calibre, para a correção da programação.
Leitura digital
Pronto! Agora seu livro já está formatado para o provável padrão dos e-books. Para conferir a conversão, você pode utilizar o próprio visualizador do Calibre, ou enviar o livro para o dispositivo de leitura de sua escolha.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Livros de Comunicação Grátis para Download

Reunimos aqui alguns livros sobre Comunicação e Internet, disponibilizados por seus autores/organizadores para download gratuito. Os mesmos foram selecionados a partir do blog http://ojornalista.com/blog. Caso queira, veja muito mais Aqui, Aqui e Aqui.


Web 2.0: Erros e Acertos

Web 2.0: Erros e Acertos – Paulo Siqueira

Este eBook tem o objetivo de transferir e compartilhar o conhecimento e as experiências acumuladas no desenvolvimento de um projeto para a web. É um relato prático e real, interessante para estudantes, professores, programadores, analistas, desenvolvedores, gerentes de projeto, executivos de Tecnologia da Informação, blogueiros, jornalistas de tecnologia, enfim, serve para qualquer pessoa que tenha curiosidade, interesse e que saber mais sobre como fazer ou como funciona um projeto para a Web.
Download



Blogs.com - Estudos Sobre Blogs e Comunicação
Blogs.com - Estudos Sobre Blogs e Comunicação

Blogs.com – Estudos sobre Blogs e Comunicação – Organizado por  Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo

O livro é composto por 11 artigos de diversos pesquisadores de diferentes regiões e instituições, que oferecem uma miríade de conceitos e definições de blogs, bem como diferentes interpretações sobre seus usos.  A obra possui duas sessões, a primeira delas concentrando os artigos que tratam do objeto a partir de conceitualizações, sejam elas histórico-diacrônicas ou estruturais, antropológicas, discursivas, sociológicas, entre outras, além de propostas de tipologias e de metodologias para o seu estudo empírico e a constituição da chamada blogosfera.
A coletânea surgiu de um projeto e de uma inquietação teórica comum às autoras: a pesquisa sobre blogs, seus usos e apropriações no ciberespaço, a partir de perspectivas teórico-metodológicas diferentes e olhares que se aproximam e se distanciam.
Download



Para Entender a Internet
Para Entender a Internet

Para Entender a Internet - Organizado por Juliano Spyer

Trata-se de uma coletânea com 38 textos escritos por profissionais de Internet atuantes no Brasil pensando no leitor não muito familiarizado com a web.
Segundo o organizador, “muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet.”
Participam do livro: Alessandro Barbosa Lima, Alex Primo, Alexandre Hannud Abdo, Alexandre Matias, Ana Brambilla, André Passamani, Bárbara Dieu, Bruno Ayres e Marianna Taborda, Carlos Estigarribia, Carlos Merigo, Cris Dias, Dalton Martins, Daniel Duende, Diego Franco, Edney Souza, Fábio Fernandes, Fábio Seixas, Felipe Fonseca, Fernando Gouveia, José Mauro Kazi, José Murilo Junior, Juliano Spyer, Luiz Algarra, Luli Radfahrer, Manoel Lemos, Marcelo Coutinho, Marcelo Vitorino, Pablo Handl, Rafael Ziggy, Raquel Recuero, Renato Targa, Rodrigo Savazoni, Ronaldo Lemos, Rosana Hermann, Sérgio Amadeu, Soninha Francine, Wagner Tamanaha.
Download



Cultura Digital.br
Cultura Digital.br

Cultura Digital.br – Organizado por Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn

Organizado por Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn, com a supervisão de José Murilo Jr. e Álvaro Malaguti, integrantes da coordenação executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira, é composto por entrevistas de Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel.
Download