domingo, 10 de março de 2013

Hacking Your Education: Livro ensina como abandonar a faculdade e aprender sozinho



Ir para a faculdade ainda é um plano quase unânime para jovens americanos, que se preocupam desde o início do ensino médio com suas notas – um dos critérios usados pelas instituições de ensino superior para selecionar estudantes – e em como vão pagar pelo curso mais tarde. Quase. Nos últimos anos, o aumento do desemprego e índices crescentes de graduados que passam dificuldades para honrar o crédito estudantil recebido antes da formatura fazem com que uma parcela deles questione a validade do curso superior. Para esses adolescentes, ou outros que ainda não pensaram nisso, um livro lançado este mês nos Estados Unidos – Hacking your Education (Hackear sua educação, em livre tradução) – incentiva a largar a faculdade e dá dicas de como aprender – e muito - fora das salas de aulas.

Divulgação
Dale Stephen largou a faculdade e fundou um movimento pelo auto-aprendizado nos EUA

O autor da obra, Dale Stephen, de 21 anos, desistiu dos estudos formais quando estava no segundo semestre e recomenda a experiência. Ele é líder do movimento sem fins lucrativosUncollege (sem faculdade), cujo site foi lançado em 2011 para difundir a ideia de que é possível ter sucesso sem colocar os pés em uma universidade.
À época, descontente com o ambiente e o conhecimento que estava adquirindo no curso superior, decidiu que iria se desenvolver sozinho e transformar isso numa causa para revolucionar a educação. Para botar o projeto em prática, contou com a ajuda de US$ 100 mil (cerca de R$ 200 mil) do Thiel Fellowship , um programa que escolhe 20 jovens com menos de 20 anos por ano para abandonar a faculdade e se dedicar a algum projeto fora dela.
Dois anos depois, Stephen já concedeu inúmeras entrevistas, escreveu artigos, deu palestras, promoveu seminários e agora lançou seu livro pela editora Penguin. Em todos esses meios, o conceito essencial repetido por ele é o mesmo, de que o investimento realizado para cursar uma graduação nem sempre traz o melhor retorno e aprender sozinho fica cada vez mais fácil, através das informações disponíveis na internet.
“As pessoas aprendem de formas diferentes, em velocidade e tempo diferentes. E hackear a educação permite que você aprenda o que, quando, como e onde quiser”, explica Stephen em seu blog. Segundo ele, não é preciso ser um gênio para se sair bem fora da escola, mas ter criatividade e confiança.

Divulgação
Livro ensina como a aprender sozinho

No site Uncollege há uma sessão com recursos de educação online, como o Coursera (de uma universidade tradicional) e outros independentes, como o creativeLIVE (de aulas ao vivo gratuitas com experts em vários temas), dicas de como planejar a educação informal, leituras sobre o tema e entrevistas com profissionais bem sucedidos que desistiram da faculdade. O livro apresenta o mesmo tipo de conteúdo, aprofunda as razões pelas quais Stephen acredita tanto no que chama de auto-aprendizagem e ensina como encontrar mentores, construir redes de contatos, onde achar conteúdos e como reuni-los de forma a desenvolver a própria educação. 


Curso

Além do livro, para quem quer seguir esse caminho, o defensor do ensino informal, também oferece um curso. O programa especial chamado Gap Year conduz 10 pessoas ao longo de um ano no processo de auto-aprendizado. No treinamento, os aprendizes recebem aulas para desenvolver um plano de aprendizado individual durante três meses em São Francisco, viajam para o exterior por mais três meses e entram em contato com pessoas e empresas inovadoras, desenvolvem um projeto pessoal nos três meses seguintes e terminam o programa trabalhando no que ele chama de "mundo real", durante mais três meses. Tudo isso, por US$ 12 mil (R$ 24 mil). Mas Stephen garante que dá para chegar ao mesmo objetivo por bem menos, apenas transformando a vida em educação e vice-versa.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MEC planeja dar acesso ao livro digital a alunos da rede pública nos próximos anos


http://www.agrosoft.org.br


Em 2013, a estudante Beatriz Aguiar ingressou no 1º ano do ensino médio em uma escola particular de Brasília (DF). Além de todas as mudanças já esperadas para o período, mais uma: o material escolar agora não ocupa mais do que o espaço de um tablet na mochila. Por quatro parcelas de R$ 277 ela comprou as obras que serão usadas e atualizadas durante o período letivo. OMinistério da Educação (MEC), planeja, para os próximos anos, dar acesso a esse material aos alunos da rede pública.

Consta no edital para os livros a serem distribuídas em 2015 peloPrograma Nacional do Livro Didático (PNLD) a inscrição de obras multimídia, que reúnam livro impresso e digital. Eles deverão ter vídeos, áudios, animações, infográficos, mapas interativos, páginas da web e outros objetos que complementarão as informações contidas nos textos escritos. 

"Além de termos acesso aos textos, temos outros recursos para ajudar no aprendizado, eu estou gostando muito", diz Beatriz. Ontem (27/02/13) foi o Dia Nacional do Livro Didático, e a Agência Brasilprocurou a opinião de especialistas sobre as tendências nessa área da educação.

Segundo a pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Priscilla Tavares, a digitalização do material didático apresenta pontos favoráveis como a aproximação dos alunos por meio de um material mais atrativo. "Avaliações do ensino reportam que os alunos não frequentam a biblioteca por falta de interesse pela leitura. Por outro lado, além de atrair, essas obras têm alcance restrito: o aluno, em casa, pode não ter computador ou internet". Dados do Ibope Mediamostram que no terceiro trimestre de 2012, 94,2 milhões de brasileiros, menos da metade (47,5%) tinham acesso à internet.

Priscilla afirma também que os meios digitais podem ajudar no desempenho dos estudantes ou atrapalhar. Um estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) de 2007 concluiu que as escolas com acesso à internet têm maior eficiência, que se reflete no desempenho dos estudantes. O mesmo estudo mostrou que os laboratórios podem ser mal utilizados, levando ao pior desempenho por "alocar equivocadamente" o tempo dos estudantes. "Os alunos estão adaptados, têm maior convívio com os meios digitais, mas muitos professores não têm esse conhecimento. O recurso audiovisual é bom quando se sabe usar", diz a pesquisadora.

Para melhorar o acesso, o Ministério da Educação já distribuiu 382.317 tablets. A meta é chegar a 600 mil até o final de 2013. Na primeira etapa, os equipamentos serão destinados a professores de escolas de ensino médio. Apenas o Amapá e o Maranhão não aderiram ao programa. Estão previstos conteúdos de domínio público, outros disponibilizados pelo MEC e pela Khan Academy. Por ano, o ministério investe cerca de R$ 1 bilhão pelo PNLD.

De acordo com o presidente Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Sérgio Quadros, o setor busca o aperfeiçoamento na área para atender à demanda cada vez maior. Ele explica no entanto, que os preços não devem sofrer muitas alterações: "É possível que fique mais barato com a eliminação da cadeia de custo do papel. No entanto, surge outra cadeia, que envolve hospedar a obra em algum servidor para acessá-la pela internet entre outros. No fim, trocam-se alguns custos por outros".

O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara defende um modelo já adotado nos Estados Unidos, o chamadoRecursos Educacionais Abertos (REA), por meio do qual o governo compra os direitos autorais das obras. Isso permitiria que os professores tivessem acesso facilitado não apenas a uma obra por disciplina (como ocorre pelo PNLD), mas a todas as disponibilizadas pelo MEC. 

"O professor pode usar 20, 30 obras, variando em cada aula como achar melhor". O REA consta no Projeto de Lei 1.513/2011, em tramitação na Câmara dos Deputados. A Abrelivros adianta que caso o modelo passe a vigorar, deverá ser cobrado um valor adequado à disponibilização do conteúdo.

FONTE

Mariana Tokarnia - Repórter

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Livros eletrônicos exigem menos esforço mental que livro de papel


Como ler
O que você prefere: ler um livro de papel, ou o mesmo livro em formato digital, usando um leitor eletrônico (e-reader)?
A larga maioria de um grande grupo - reunindo jovens e idosos - respondeu prontamente que preferia o tradicional livro de papel.
Mas, quando foram divididos em grupos, aqueles que leram o livro no leitor eletrônico despenderam menos esforço mental para a leitura no aparelho eletrônico do que no livro em papel.
Foi o que descobriram Matthias Schlesewsky e seus colegas da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha.
Esforço mental na leitura
Quase todas as pesquisas de opinião mostram que as pessoas em geral afirmam preferir ler um livro de papel do que lê-lo em um leitor específico (e-reader) ou em um tablet.
Por isso, os pesquisadores queriam avaliar as origens dessa preferência em termos de esforço neural exigido para processar a informação lida nos três meios - papel, leitor eletrônico ou tablet.
Apesar da entrevista inicial concordar com os resultados das outras pesquisas - a maioria diz preferir o livro de papel - os resultados neurais não deram suporte a essa preferência.
Os pesquisadores avaliaram os movimentos dos olhos e a atividade cerebral, e documentaram um esforço significativamente menor para a leitura do livro eletrônico, sobretudo entre os leitores mais idosos.
Os participantes mais jovens, entre 21 e 34 anos de idade, mostraram esforços similares para a leitura em todas as três mídias.
Prazer dos sentidos
Nenhum dos participantes no estudo teve dificuldade para compreender o que tinha lido em qualquer um dos dispositivos.
Mas, com base nos exames fisiológicos avaliados, os pesquisadores sugerem que os leitores mais idosos podem se beneficiar do maior contraste apresentado pelos aparelhos de leitura eletrônica, em comparação com os livros de papel.
O estudo não avaliou os esforços físicos envolvidos, como o maior peso do livro de papel ou o eventual incômodo da constante mudança de posição para leitura do anverso e do verso das folhas.
Apesar de a leitura ser uma atividade tipicamente mental, a maioria das pessoas dá razões "sensuais" para preferir o livro de papel, sobretudo a textura e o cheiro do livro.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

1º Conferência sobre Big Data Oráculo Digital - Presencial ou Online - Gratuito


Esclarecer, mostrar e discutir com o mercado o conceito de Big Data, que por definição é composto de "5 Vs": velocidade, volume, variedade, veracidade e valor da Informação.


Evento
1º Big Data Oráculo Digital


Endereço

R. Martiniano de Carvalho, 851, Bela Vista, São Paulo - SP


Data

28 de março de 2013


Horário

8h30 às 18h00


Maiores informações e inscrições: http://oraculodigital.com/bigdata

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

“É crucial estarmos vigilantes” Entrevista com o hacker Aaron Swartz



Por Tatiana de Mello Dias - http://blogs.estadao.com.br
Publicamos a íntegra da entrevista que o hacker Aaron Swartz, morto na sexta-feira, deu ao ‘Link’ em 2012
SÃO PAULO – “A maneira como empresas controlam sutilmente as alavancas da democracia é uma das coisas mais importantes e assustadoras que estão acontecendo hoje”, escreveu Aaron Swartz ao Linkem 2012. Ele respondeu por e-mail uma entrevista que daria origem à reportagem de capa que narrou sua trajetória e deu os detalhes do processo.
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• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e também no Instagram

Swartz cometeu suicídio última sexta-feira, aos 26 anos. Garoto-prodígio da computação, ele fez seu primeiro trabalho relevante (colaborou no desenvolvimento do RSS) aos 13 anos. Foi co-autor de uma série de projetos bem-sucedidos para a web – como o Reddit, a parte tecnológica das licenças Creative Commons e o Web.py, e também era também defensor ativo da liberdade da internet. Ele respondia a um processo e poderia pegar mais de 30 anos de prisão por ter baixado 4 milhões de trabalhos acadêmicos da biblioteca online JSTOR, a fim de disponibilizá-los online. As perguntas sobre o caso jurídico não foram respondidas, mas todas as outras sim. Abaixo, a entrevista inédita na íntegra.
Como você aprendeu a programar? 
Eu tentei vários tipos de coisas diferentes, mas as principais lições que eu aprendi foram de um curso de um dia dado por Philip Greenspun (pioneiro no desenvolvimento de redes sociais) no Massachusetts Institute of Technology MIT).

Como você conheceu Tim Berners-Lee (o criador da World Wide Web)? 
Eu encontrei ele pela primeira vez em um encontro do grupo de padrões que ele fundou, o W3C. Era uma sessão sobre o padrão RDF e ele estava sentado quieto em um canto, digitando em seu laptop, aparentemente sem prestar nenhuma atenção. Mas então, no final da fala de alguém, ele levantou a mão e fez uma pergunta que foi direto ao coração de qualquer coisa que tivesse sido apresentada. Foi realmente impressionante. Nós trabalhamos juntos na visão dele de web semântica; eu aprendi e me diverti muito.

Qual foi o seu papel na criação do RSS 1.0?
Eu entrei para o grupo de trabalho para criá-lo muito cedo e, como eu tinha mais tempo livre do que a maioria dos outros membros (ele tinha 13 anos), eu rapidamente mergulhei e comecei a fazer muito do trabalho. Logo eu me tornei um membro oficial e, então, eu acabei fazendo muito da atual forma da especificação.

FOTO: Reprodução/Mashable

Você também trabalhou com Lawrence Lessig, que rasgou vários elogios para você. Como foi o trabalho com ele? 
Eu li uma reportagem em um jornal sobre a ideia de Creative Commons, quando ela ainda estava sendo pensada, e escrevi para Lessig para encorajá-lo a usar a tecnologia RDF que eu estava desenvolvendo com o Tim Berners-Lee. Ele respondeu dizendo que aquela era uma ótima ideia, e que eu deveria implementá-la. Então eu entrei cedo na arquitetura do sistema de metadados deles, mas também ajudei um pouco com a programação.

O que você aprendeu com ele? 
Eu aprendi muito. A maneira como ele aconselha e encoraja as pessoas é bem inspiradora, assim como o estilo único dele se comunicar, e o foco intenso em problemas importantes.

Nos últimos anos, nós vimos várias leis duras antipirataria surgirem no mundo. Leis como a SOPA/PIPA nos EUA, e a Hadopi na França. Você acha que a indústria está aumentando a pressão sobre os governos? 
Sim, a indústria está colocando uma pressão intensa nos governos em todo o mundo. O mundo está mudando rapidamente, e eles provavelmente veem isso como uma última chance de tentar manter a sua maneira antiga de fazer as coisas.

Quais são as maiores dificuldades em relação ao acesso à informação hoje?
(não respondeu)

O que mudou na sua vida desde que você foi acusado?
(não respondeu)

Você acha que é um bode expiatório?
(não respondeu)

Alguns pensadores dizem que a internet está chegando a um ponto crucial, em que é preciso definir se quem ditará as regras serão os governos, as empresas que dominam os serviços ou as pessoas. Você concorda com isso? Há a necessidade de se estabelecer regras para o funcionamento da internet? 
Eu não acho que a necessidade de se criar ‘regras para a web’. Eu acho que há uma luta agora, em que várias grandes instituições, como Google, Facebook e governos, estão tentando aumentar os seus poderes para controlarem mais a internet – e eu acho que isso é muito perigoso, e é por isso que eu estou animado ao ver que as pessoas estão trabalhando juntas para prevenir isso.

O que você achou do Free Internet Act, do Reddit? 
Eu não li os detalhes, mas eu acho que é uma boa ideia e o processo público e aberto de redação é inspirador.

Por que você criou a Demand Progress? Como ela funciona?
Eu estava frustrado com a maneira como parecia não haver nenhum grupo político importante nos EUA que combinava um lobby cuidadoso em Washington com um grande ativismo online. Eu achei que combinando os dois, poderíamos realizar coisas incríveis.

E como vocês poderiam fazer lobby de uma maneira mais efetiva? Você acha que o setor de tecnologia está mal representado no Congresso americano? 
Eu acho que nós poderíamos ser mais eficientes se tivéssemos mais recursos. A indústria de entretenimento gasta quantias ridículas de dinheiro fazendo lobby, enquanto nós somos extremamente limitados. Como resultado, eles podem espalhar mentiras sobre a gente e a tecnologia, e é bem difícil para nós corrigi-los.

Swartz e Lawrence Lessig. FOTO: Arquivo Pessoal 
Você baixou 441 mil artigos jurídicos para determinar a origem do financiamento deles. Qual é a importância de hacks desse tipo para a democracia?
Eu não usaria esse termo. Esse foi um projeto de pesquisa que eu fiz para ajudar a mostrar a influência de grandes corporações em especialistas da academia supostamente independentes. Eu acho que a maneira como as empresas usam o seu dinheiro para controlar sutilmente as alavancas da democracia é uma das coisas mais importantes e assustadoras que estão acontecendo hoje. E eu acho que fornecer evidências claras sobre os detalhes é importante e útil ao informar o público sobre o que está acontecendo.

Se todos pudessem escrever software, você acha que a democracia seria fortalecida?
Eu acho que a tecnologia se torna mais e mais uma parte chave das nossas vidas. Garantir que todos tenham um entendimento básico sobre como programar os tornará pessoas mais eficientes e tomadores de decisão mais informados. Neste momento há um monte de pessoas que não entendem como a tecnologia funciona, então eles acham que podem magicamente parar as coisas ruins. Se eles programasse, poderiam ter sugestões mais razoáveis.

Você acha que a comunidade da tecnologia está se tornando mais politizada? 
Sim, definitivamente. E a batalha contra a Sopa foi a principal razão. A indústria da tecnologia como nós conhecemos hoje repousa sobre alguns pedaços finos de legislação, introduzida por membros mais prudentes do Congresso. Mas elas podem mudar a qualquer momento – então é crucial estarmos vigilantes.

Como é a sua rotina de trabalho?
Eu acordo bem cedo e tento pensar e escrever um pouco antes de usar o computador. Então eu olho meu e-mail e respondo coisas que chegaram de madrugada. Eu passo a maior parte do dia falando com pessoas e trabalhando em vários pequenos projetos, e à noite eu tento ler um livro.

Você já teve algum tipo de problema por causa da sua idade? 
As pessoas têm sido surpreendentemente tolerantes com isso, o que é encantador. Mas há definitivamente algumas provocações.

Na sua carreira, você desenvolveu padrões que se tornaram parte da web que usamos hoje. Quais são, para você, as principais tendências para os próximos anos?
A maior é provavelmente uma coisa de bastidores, que é o fato da linguagem de programação JavaScript estar se tornando realmente muito boa. Isso significa que sites se tornarão mais rápidos e interativos e mais e mais coisas poderão ser feitas dentro do seu próprio browser, em vez de ter que voltar a um servidor para cada nova página todas as vezes que você clica em um link.

Quais são seus próximos projetos? Você está escrevendo um livro?
Eu tive de deixar o projeto de livro de lado para focar em alguns projetos políticos, mas nenhum deles eu posso anunciar ainda.

Você já veio ao Brasil?
Sim, eu visitei o Rio de Janeiro e Belém para o Carnaval e o Fórum Social Mundial. É um país maravilhoso e inspirador – eu espero voltar logo.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Uma Biblioteca Virtual sobre Tráfico Humano




Dentro de nossa visão de denunciar e promover a informação e discussão pública sobre o Tráfico de Pessoas, um dos crimes mais negligenciados pelos governos e órgãos competentes, no Brasil e no mundo, criamos no site Scribd uma pasta reunindo materiais gratuitos (livros, relatórios, estudos, etc.) sobre o tema do Tráfico Humano. Reunimos materiais em três línguas: português, espanhol e inglês. Você pode fazer o download dos documentos, ou lê-los online.

Acesse a Biblioteca Tráfico Humano: http://pt.scribd.com/collections/3928801/Biblioteca-Trafico-Humano

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Os Melhores Poemas de Natal em ebook gratuito



A Poesia do Natal
Antologia

Poetas Evangélicos de ontem e de hoje
escrevem sobre o Natal de Jesus Cristo


Já desde inícios do século XX que o Natal, onde a cristandade comemora o nascimento epifânico de Jesus Cristo, vem perdendo seu caráter sagrado ou religioso para ganhar paulatinamente as cores baratas do consumismo e da secularização, esvaziamento este algumas vezes configurado na personagem ‘Papai Noel’, e também em toda a ritualística de glutonarias e bebedeira que a cada ano se repete.

Em tal clima de crescente alienação, é com imenso prazer que ofertamos ao leitor esta antologia de poemas natalinos. Os poemas aqui coligidos são um chamado ao louvor e à adoração, e à contemplação do verdadeiro espírito do Natal. E também, em alguns de seus melhores momentos, à reflexão crítica sobre este viés secularista que as comemorações natalinas têm assumido, mesmo entre os ditos cristãos.

Estão aqui presentes os nomes exponenciais de nossa poesia evangélica, nomes tais como Mário Barreto França, Myrtes Mathias, Gióia Júnior, Stela Câmara Dubois, Joanyr de Oliveira e outros, ao lado de excelentes poetas cuja obra tem sido olvidada, caso de um Jorge Buarque Lira, um Benjamin Moraes Filho, um Gilberto Maia, entre diversos outros bons exemplos.

Esta obra não objetiva lucro financeiro algum, circulando apenas como e-book gratuito, não podendo ser comercializada de nenhuma maneira. Pois nosso propósito é o mais nobre, trazer à luz versos que andavam dispersos e submersos em periódicos de difícil acesso e livros raros e fora de catálogo, livros esses que provavelmente jamais serão reimpressos, condenando assim a grande poesia de muitos autores evangélicos ao virtual esquecimento. Não! A rica poesia de inspiração cristã desses bardos merece ser divulgada.
Eis então aqui esta nova e necessária antologia, uma homenagem ao nosso Senhor e uma celebração ao seu Natal, um presente aos leitores de todos os credos e religiões, e um merecido tributo aos nossos queridospoetas de Deus.

Leia, divulgue e compartilhe!

Sammis Reachers, organizador

Para ler o livro online ou fazer o download (213 págs., em pdf) no site Scribd, CLIQUE AQUI.

Para fazer o download pelo 4Shared, CLIQUE AQUI.

Lista dos autores antologiados, por ordem de entrada: José Bezerra Duarte - Jorge Buarque Lira - Assis Cabral - Gilberto Maia - Bolivar Bandeira - Stela Câmara Dubois - Jonathas Braga - Manoel da Silveira Porto Filho - Alfredo Mignac - Isnard Rocha - Albérico de Souza - Mário Barreto França - Benjamin Moraes Filho - José Silva - Lourival Garcia Terra - Thiago Rocha - José Britto Barros - Gióia Júnior - Daria Gláucia - Joanyr de Oliveira - Myrtes Mathias - Ivan Espíndola de Ávila - Rosa Jurandir Braz - Silvino Netto - Pérrima de Moraes Cláudio - João Tomaz Parreira - Eliúde Marques - Gilberto Celeti - Filemon Francisco Martins - Israel Belo de Azevedo - Geremias do Couto -Edgar Silva Santos - Brissos Lino - Natanael Santos - Josué Ebenézer - Rui Miguel Duarte - George Gonsalves - Antonio Costta

Caso tenha dificuldade em realizar o download, solicite-me o envio por e-mail:sammisreachers@ig.com.br