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domingo, 17 de agosto de 2014

Assista de graça o documentário sobre o ativista Aaron Swartz

Lembra que no início de maio nós divulgamos em primeira mão o trailer legendado de “The internet's own boy”, o documentário sobre a vida do ativista Aaron Swartz? Pois é, agora o filme já saiu e está disponível para download!
E não podia ser diferente né? Swartz foi um dos ícones na luta pelo conhecimento livre e foi preso e processado por baixar artigos acadêmicos. Aos 26 anos o norte-americano se suicidou, após ser condenado a 35 anos de prisão e a uma multa de US$ 1 bilhão. Até hoje ele é lembrado por aqueles que lutam para difundir cultura e informação de forma livre e universal.
O filme de Brian Knappenberger retrata a vida e a luta de Swartz, que  foi um dos criadores do feed de notícias RSS (aos 13 anos), fundou o Reddit e participou do processo de criação do Creative Commons.
“The internet's own boy” foi viabilizado por meio de financiamento coletivo e lançado no último dia 27. Para assistir o filme completo acesse aqui o Internet Archive

domingo, 6 de abril de 2014

7 maneiras de aderir ao open source

Saiba o que é open source e conheça a sua importância
Crédito: Shutterstock.com
Existem alguns navegadores que apoiam a ideia do código aberto e utilizam o conceito nos seus produtos e serviços

open source, em português código livre, são os softwares de livre distribuição e que permitem total edição do código. Apesar de eles serem comuns na internet, muitos usuários não sabem como aderir aos softwares livres no seu dia-a-dia. A seguir, veja como:


Veja como é
possível levar o open source para as escolas

1 – Creative Commons
Quando você precisar realizar algum trabalho ou projeto que necessite de áudios, vídeos e fotos utilize oCreative Commons. Ele é uma iniciativa que visa expandir o acesso dos usuários comuns a diversas obras criativas. O Creative Commons foge do conceito de "direitos reservados" e se apoia nos ideais deconhecimento livre.

2 – Navegadores
Existem alguns navegadores que apoiam a ideia do código aberto e utilizam o conceito nos seus produtos e serviços. O Mozilla Firefox, por exemplo, permite que qualquer usuário crie extensões para melhorar a experiência de navegação na internet.

3 – Trocando e-mails
Thunderbird, também da empresa Mozilla, é um aplicativo para enviar e receber e-mails que participa da categoria open source.

4 – Participe de comunidades
Existem diversos fóruns e comunidades na internet para os usuários que aderem ao open source. Por meio do Open Source Way o usuário pode até descobrir como criar a sua própria comunidade de código livre.

5 – Faça você mesmo
O conceito de open source está estritamente ligado ao Do It Yourself (DIY) , ou seja, o faça você mesmo. Por isso, é importante participar ativamente da comunidade. É possível testar novos softwares criados por programadores independentes, descobrir erros, dar feedbacks e oferecer novas ideias. E talvez, se você entende de programação, por que não criar o seu próprio programa?

6 – Pesquise
O open source é um dos ramos cibernéticos com mais conteúdo disponível para estudar. Dessa forma, o usuário pode procurar por documentos, textos e artigos que possam ajudá-lo a entender mais sobre o conceito de código livre e ficar sempre atento às últimas tendências.

7 – Compartilhar
Compartilhar o conhecimento e propagar softwares livres é a essência do open source. Sem pessoas dividindo entre si o que sabem a comunidade do código livre não teria como existir. Por isso, caso realmente goste do conceito e do objetivo do open source, é importante que o usuário espalhe a ideia e distribua seu conhecimento.



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Leia mais (de graça) e “dê ao mundo” o seu livro favorito

unglue-livros
Que tal se juntar a outros fãs de livros para comprar direitos autorais e tornar o acesso a eles grátis? Foi com essa ideia ousada que nasceu o Unglue.it, um serviço de crowdfunding para transformar títulos protegidos em ebooks creative commons.
Lançado em maio do ano passado, o site foi criado para ajudar leitores apaixonados a “descolar” (traduzindo o nome do site) os livros do controle das editoras para ter acesso a obras antigas, esgotadas ou que editoras não se interessem mais em publicar. Mas os autores não saem perdendo com isso! O pagamento aos criadores é feito por meio do financiamento coletivo – e as pessoas que quiserem participar podem doar qualquer quantia.
Se o valor estipulado pelo direito do livro for alcançado, a obra ganhará uma versão em ebook, sob uma licença creative commons. Isso significa que qualquer pessoa pode ler, baixar e compartilhar o ebook livre e legalmente. “Significa dar ao mundo o seu livro favorito”, acreditam os criadores do serviço. Inspirador, não?
O primeiro sucesso da plataforma foi disponibilizar, de graça e com novos recursos, a obra Literatura Oral na África, de Ruth H. Finnegan. Na ocasião, em agosto de 2012, a autora declarou estar maravilhada com a possibilidade de a pesquisa ser lida livremente no continente estudado. Outros livros também foram “descolados” pelo site, como:
O Terceiro Despertar, de Dennis Weiser;
Então Você Quer Ser Bibliotecário, de Lauren Pressley;
Alimentando a Cidade, de Sara Roncaglia, e
Open Access eBooks, de E.S. Hellman.

Entre os livros mais desejados pelos usuários do site estão O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking, e Revolução dos Bichos, de George Orwell. Quais são os seus livros favoritos que você gostaria que fossem “descolados”? Compartilhe com a gente nos comentários!
Leia também:

domingo, 4 de agosto de 2013

Primeiro “PC Open Source” de arquitetura Intel chega às lojas por US$ 200

Placa-mãe é volta a entusiastas e desenvolvedores de soluções embarcadas. Esquemáticos e design estão disponíveis sob uma licença Creative Commons.
O primeiro “PC Open Source” baseado na arquitetura Intel já está disponível a desenvolvedores interessados em novas aplicações para a arquitetura x86 ou entusiastas interessados em montar seus próprios sistemas.
Batizado de “MinnowBoard”, o PC é na verdade uma placa-mãe desenvolvida em parceria pela Intel e CircuitCo Electronics, uma empresa especializada em placas-mãe Open Source, e começou a chegar às revendas nos EUA neste mês com preço sugerido de US$ 200.
Os esquemáticos e arquivos de design da placa estão disponíveis sob uma licença Creative Commons e podem ser duplicados. A Intel já havia anteriormente compartilhado designs para servidores através do projeto Open Compute do Facebook, mas estes eram voltados principalmente a grandes empresas que projetam e constroem seus próprios servidores. A MinnowBoard, que mede pouco mais de 10 x 10 cm, é o primeiro hardware Open Source baseado na arquitetura Intel projetado para entusiastas e desenvolvedores.
minnowboard-500px.jpg
MinnowBoard: processador Atom de 32 Bits e 1 GB de RAM
Ficha técnica
A MinnowBoard é baseada em um processador Intel Atom E640, um chip de 32 Bits que foi originalmente lançado em 2010, acompanhado por 1 GB de RAM DDR2, uma porta HDMI para conexão a monitores e TVs de alta-definição, uma interface de rede Gigabit Ethernet, portas USB e um slot para cartões microSD para armazenamento removível. Também há oito pinos de GPIO (General Purpose I/O) para comunicação com dispositivos externos.
O firmware da máquina, baseado na especificação UEFI, também é Open Source, possibilitando o desenvolvimento de ambientes personalizados de boot seguro. Entre os possíveis usos da MinnowBoard estão o desenvolvimento e testes de aplicações em sistemas embarcados.
A Minnowboard está disponível em revendas online incluindo a Digi-Key, Farnell, Mouser Electronics e Newark. A Intel e a CircuitCo também estabeleceram um site para uma comunidade online em minnowboard.org, com especificações técnicas e mais informações sobre a placa.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Buscador Bing ganha filtros de busca para imagens com licença Creative Commons

bing

Notícia publicada originalmente em http://canaltech.com.br

Para evitar problemas com o uso de imagens com direitos autorais, o Bing acaba de ganhar novos filtros para a busca de imagens com licença Creative Commons, permitindo que os usuários filtrem sua pesquisa até encontrar imagens que possam ser usadas em outras páginas. 
"Se você é um blogueiro que adora escrever, um professor ajudando seus alunos com um projeto ou uma editora planejando panfletos comerciais, nós tornamos mais fácil e rápido para você procurar por fotos licenciadas para o seu trabalho", escreveu Rizwan Ansary, gerente do programa, em postagem no blog oficial da empresa.
Anteriormente, os usuários tinham que vasculhar por todos os detalhes da imagens para identificar quais poderiam ser usadas em seus projetos, mas com os novos filtros do Bing, eles podem aprimorar sua busca e encontrar apenas os tipos de fotos que desejam. Entre as opções de filtros estão imagens de domínio público; livres para compartilhar e usar; livres para usar comercialmente; livres para usar, modificar e compartilhar; e livres para modificar, compartilhar e usar comercialmente.
Bing imagens Creative Commons
Foto: Divulgação
A Microsoft ainda afirmou que as pessoas que utilizam o Office 2013 poderão ter acesso aos filtros de busca por imagens do Bing a partir de qualquer aplicação do Office, com os resultados mostrando apenas as imagens licenciadas por padrão.



Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/internet/Bing-ganha-filtros-de-busca-para-imagens-com-licenca-Creative-Commons/#ixzz2YgnKCZuw 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A sua Internet é livre? Livre mesmo? Conheça este documentário


Freenet? é um documentário colaborativo que promove a reflexão sobre o real estado e o futuro das liberdades na Internet. Privacidade, liberdade de expressão, democracia, são apenas alguns dos temas tratados em perspectivas diversas do exercício dos direitos humanos na rede. Tudo tratado em uma produção audiovisual que contará com a participação dos maiores interessados – os internautas.
O corte final ainda não está pronto, mas a equipe já está liberando edições de algumas entrevistas de pesquisa no vídeo “Inclusão Digital?“, abaixo. O melhor: pode também copiar, compartilhar, remixar, porque está licenciado em CC-BY!
trailer e mais informações sobre o projeto podem ser encontrados no site oficial do documentário, http://freenetfilm.org/. Se quiser colaborar com vídeos ou qualquer conteúdo para o documentário, é só postar diretamente no mural da página do Freenet? no Facebook, aqui:https://www.facebook.com/FreenetFilm.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Creative Commons anuncia ferramenta seletora de licença


A organização Creative Commons (CC) lançou uma nova versão de sua ferramenta online para ajudar os usuários a escolher uma licença Creative Commons para suas obras. De acordo com o engenheiro de Software Jonathan Palecek, a ferramenta foi reconstruída porque foi bem sucedida, o seletor de licença original foi considerado demasiado linear e se assemelhava a um processo de registro. "Além disso, como a ferramenta foi prorrogado várias vezes, a sua interface se tornou mais e mais confusa", acrescentou Palecek.


O seletor de nova licença da Creative Commons é atualizado dinamicamente enquanto o usuário seleciona as opções e preenche os metadados da atribuição. O desenvolvedor diz que a ferramenta seletor de licença foi completamente redesenhada para "uma maior clareza e facilidade de uso".


A ferramenta web-based combina seleção e páginas de resultados em quatro painéis para ajudar os usuários a escolher uma das seis licenças Creative Commons de direitos autorais. Como os usuários selecionam as opções e preenchem metadados de atribuição, a sugestão de licença resultante e código para inserir a licença em uma página web são atualizados dinamicamente, o que simplifica ainda mais o processo de selecção e elimina a necessidade de um botão de envio. A ferramenta seletor de nova licença está disponível em creativecommons.org/choose.


Um dia depois de anunciar o seletor de nova licença, a organização sem fins lucrativos, também publicou um novo projecto da versão 4.0 de sua suíte de licenças Creative Commons. O segundo projecto incorpora as alterações com base no feedback da comunidade sobre uma série de questões políticas. "Recebemos uma grande quantidade de entrada e propostas de revisão e as pessoas compartilhavam muitas opiniões bem informadas sobre uma vasta gama de tópicos", disse Diane Peters,Diretor do Conselho Geral da CC, acrescentando que "...enquanto houver compromisso e consenso, decidimos adicionar ao projecto 2 as bem fundamentadas e consideradas".


O período para comentários sobre o segundo projeto é menor do que o primeiro e, de acordo com o cronograma de projeto, irá fechar no início de setembro, após o qual uma terceira versão e potencialmente será publicado no final. CC espera finalizar e liberar a versão 4.0 da suíte de licença por volta do final do ano. Um resumo de toda a discussão pública do novo projeto - incluindo a política e elaboração de decisões, e até temas - pode ser encontrada na página Draft 2.


Postado originalmente por Sergio Graças em http://tecnicolinux.blogspot.com

domingo, 29 de julho de 2012

YouTube te convida a remixar os mais de 40 milhões de vídeos da rede


http://olhardigital.uol.com.br

Cathy Casserly, CEO da fundação Creative Commons, escreveu um texto no blog oficial do YouTube nesta quarta-feira (25/07), comemorando os mais de 40 milhões de vídeos publicados na rede social com a licença CC e convidando os usuários do site a remixá-los.

"Qualquer um, em qualquer lugar, pode editar, criar em cima e republicar a biblioteca de vídeos gratuitamente graças à licença Creative Commons", escreve Casserly, que comemora o equivalente a 40 anos de material audiovisual liberado para qualquer um no YouTube.


Criada em 2001, a licença alternativa ao copyright permite que criadores liberem suas obras com apenas alguns direitos reservados, permitindo que o material seja reutilizado ou reapropriado em outras formas. Além da biblioteca de vídeos no YouTube, existem outras páginas com trabalhos liberados para o uso comum. O site ccMixter, por exemplo, reúne milhares de músicas disponíveis sob a licença e que podem ser reutilizadas. O Flickr e o Google também contam com filtros específicos para fotos em CC.

Para saber mais sobre as regras do Creative Commons no YouTube e as regras para utlizá-las, clique aqui.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Espanha abre primeiro Curso de Pirataria do mundo

piratariaGetty Images


O blog “Escola de Pirataria” anunciou que vai abrir o primeiro curso de pirataria nos dias 20 e 21 de julho em Madri. 


O “curso de pirataria” é o primeiro a dar uma introdução animada e acessível ao mundo filosófico, ético, legal, econômico e tecnológico da pirataria, segundo o site Mashable. 



O programa do curso conta com temas como, licenças do Creative Commons, software livre, a pirataria como movimento político e social, como compartilhar arquivos online, os modelos alternativos de distribuição de conteúdo cultural, entre outros itens. 



A Escola de Pirataria é um projeto aberto da Associação Cultural Tercera Ola e do Partido Pirata da Espanha.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Entenda Creative Commons numa tirinha

Clique na imagem para ampliar


Via http://ufac.si

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Kickstarter cria área para projetos licenciados via Creative Commons


Maior site de financiamento coletivo do mundo, o Kickstarter dedica uma seção inteira a projetos que serão licenciados via Creative Commons e estarão disponíveis para a reprodução, depois de financiados. As informações são do blog de Tatiana de Mello Dias, no caderno Link do Estadão.com.
Entre os projetos estão jogos eletrônicos, livros, discos, filmes, animações, entre outros. A fotógrafa Jung Kim, por exemplo, pede ajuda para financiar um álbum e exibições em Asutin, Nova Iorque e Los Angeles (EUA) com suas imagens do trabalho do músico Daniel Johnston. A artista promete disponibilizar muitas das fotografias em licença Creative Commons.
Alguns projetos já conseguiram o investimento inicial, caso do documentário sobre o site de compartilhamento Pirate Bay, que alcançou duas vezes o valor pedido. O Musopen, projeto que busca doações para comprar músicas clássicas e disponibilizá-las em domínio público, já arrecadou mais de US$ 68 mil – seis vezes o que havia sido inicialmente proposto.
Clique aqui para acessar a página.
*Com informações do blog de Tatiana de Mello Dias, no caderno Link (Estadão.com)

sábado, 26 de maio de 2012

Publicação reúne produtos e serviços elaborados com licença Creative Commons

Símbolos de licenças flexíveis para direitos autorais
Que tipos de produtos e ideias o compartilhamento de informações e a produção colaborativa podem proporcionar? Qual o papel da licença Creative Commons para a inovação na era digital? Para encontrar respostas para essas questões, o livro The Power Of Open apresenta um estudo de 30 casos de elaboração de produtos e serviços de sucessos baseados no modelo de compartilhamento.

De autoria de Catherine Casserly e Joi Ito, do projeto Creative Commons, o livro conta experiências como a forma colaborativa que a Fiat Brasil utilizou para o desenvolvimento de seu novo modelo, o Fiat Milo, em que as pessoas podiam enviar sugestões e ideias para o design do carro pelo site oficial; a criação da ProPublica, uma redação jornalística independente sem fins lucrativos, que produz reportagens com potencial significativo de impacto, distribuídas gratuitamente sob a licença Creative Commons, entre outros.
A publicação está disponível na internet gratuitamente em nove idiomas, incluindo o português: http://thepowerofopen.org

Fonte: A Rede

domingo, 13 de maio de 2012

Primeiro festival de cinema sob licença Creative Commons na Cidade do México


De 9 a 14 de julho, os moradores da Cidade do México vai apreciar o seu primeiro festival de cinema sob licenças Creative Commons (CC CMX) . Este é um espaço que será exibido obras audiovisuais, curtas-metragens, longas-metragens, documentários, que estão sob tais licenças de propriedade intelectual com o objectivo de criar uma rede de distribuição para novos criadores. O que é a diferença neste ciclo com o resto do negócio na cidade? Para entender sua importância, é necessário entender um pouco sobre as licenças Creative Commons .

O que é Creative Commons?

Em 2001 veio "Creative Commons, uma organização não governamental sem fins lucrativos, liderada por Lawrence Lessig, professor de Direito na Stanford University. A idéia do projeto foi desenvolver um grupo de licenças de propriedade intelectual (mais conhecido como comuns licenças criativas de bens) menos rigoroso do que no presente, compatível com as várias jurisdições do mundo, e para permitir que o autor para fornecer flexibilidade ao seu trabalho. As licenças Creative Commons são projetados para um modelo de distribuição com base na cópia, em um mundo onde a reprodução ea distribuição de obras estão disponíveis para todos os processos.
Ao longo de mais de uma década, as licenças foram traduzidos e adaptados para serem compatíveis com diversas legislações do mundo, incluindo Espanha, México e Argentina. Licenças Creative Commons permitem que o autor a colocar certas condições em seu trabalho, como o liberdade para o jogo sob atribuição, criar obras derivadas ou restringir a comercialização. Os termos são baseados em copyleft neologismo cunhado, em contraste com o autor, um conjunto de palavras cujo significado pode ser traduzido como "permissão para copiar" (ou no sentido literal, o autor à esquerda).

Onde é que o festival?

O festival de cinema na Cidade do México é uma cópia do Criativo NCCB Barcelona Commons Festival de Cinema . O evento espanhol é a partir de 2010 e está registrado sob uma licença Attribution Noncommercial - Share Alike (CC-NA-SA). Isto significa que qualquer pessoa no mundo pode organizar um festival similar, desde que se reúne duas condições:
  • O licenciado tem o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados para fins não comerciais.
  • O licenciado tem o direito de distribuir trabalhos derivados sob uma licença idêntica à licença que rege o trabalho original.
Festival de Barcelona terá sua terceira edição nos dias seguintes (10 a 13 de Maio). Além da capital mexicana, outras cidades que já sediaram o ciclo deste ano foram Madrid (19-22 de Janeiro), Lima (28 fevereiro-2 março) e Buenos Aires (13 a 16 de Março).

Qual é o CMX DC?

O CC CMX será mostrado em diferentes locais do Centro Histórico do México, Espanha Centro Cultural, Museu Nacional de Arte da Universidade do Claustro de Sor Juana, entre outros. Além dos filmes, haverá um workshop sobre o uso de licenças Creative Commons em projetos audiovisuais (muito importante para jovens diretores) e um par de mesas-redondas temáticas: "Cinema na era da Internet" e "Os espaços no cinema " . Se eu não tenho nenhuma dúvida sobre o CMX-DC como se inscrever, como participar com seus trabalhos, pode contactar os organizadores diretamente no site do festival.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Banco Mundial adota licença Creative Commons para suas publicações


O Banco Mundial anunciou uma nova Política de Dados Abertos, que deve entrar em vigor em julho. A partir daí, todas as pesquisas e produções publicadas pelo banco serão automaticamente licenciadas em Creative Commons.
O banco também lançou o Repositório de Conhecimento Aberto, com mais de dois mil livros, artigos, relatórios e documentos de pesquisa, igualmente sob licença CC BY. “Conhecimento é poder. Tornar nosso conhecimento amplamente e prontamente disponível vai dar às pessoas mais recursos para que encontrem soluções para os problemas do mundo”, declarou em nota o presidente do Banco Mundial, Roberto B. Zoellick.
A CC BY é a licença CC mais aberta, que permite o reuso, o remix e a redistribuição de conteúdos, mesmo com finalidade comercial, desde que seja dado o crédito ao autor. É recomendada para situações de máxima disseminação e reuso de materiais, preservando o reconhecimento do criador da obra original.
Lawrence Lessig, co-fundador do Creative Commons, disse que o Banco Mundial não está apenas saindo na frente ao abraçar os princípios do livre acesso. “Ao colocar seus trabalhos disponíveis sob licença CC, está encorajando a divulgação do conhecimento que produz”.
O Banco espera que as versões em papel de seus trabalhos também sejam licenciadas em Criative Commons. O Repositório já dispõe de livros e documentos desde 2009, em várias áreas e de vários lugares do mundo, incluindo textos do World Development Report, dois jornais do Banco Mundial, o World Bank Economic Review (WBER) e o World Bank Research Observer (WBRO).
*Com informações do site do Creative Commons

domingo, 8 de abril de 2012

Creative Commons lança proposta de versão 4.0 e pede colaboração

Creative Commons
A organização sem fins lucrativos Creative Commons (CC) lançou a primeira proposta da versão 4.0 de seu conjunto de licenças Creative Commons e está pedindo comentários da comunidade. Diane Peters, CC General Counsel,escreveu no blog oficial da organização que essa nova proposta busca atender a três grandes metas: considerar as necessidades de usuários que não podem usar a atual versão 3.0 das licenças CC devido a conflitos com a legislação nacional; operabilidade máxima com outras licenças "copyleft"; longevidade e facilidade no uso.
A equipe da CC ofereceu um sumário com as mudanças importantes e os aspectos contenciosos que ainda precisam ser discutidos em uma página separada para esse primeiro esboço (Draft 1). De acordo com o cronograma, o período para comentários sobre o Draft 1 será aberto no final de maio deste ano; com duas outras propostas sendo publicadas em junho e setembro; com a previsão de uma versão 4.0 finalizada para o final do ano. O estopim para a criação desse primeiro esboço foi um debate interno que aconteceu durante o evento Creative Commons Global Summit 2011.

Fonte: h-online, em inglês.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Projetos de Arquitetura em licença Creative Commons

Imagine que os arquitetos da antiga Roma haviam deixado seus projetos em uma rede de redes para que qualquer pessoa do mundo pudesse utilizá-los? Que Gaudí tivesse registrado as plantas de La Pedrera sem copyright? Quantas cidades teriam se reciclado e remixado o gênio dos grandes arquitetos da humanidade? Na era da sociedade em rede, a arquitetura aberta está se tornando uma realidade. A cultura de código aberto está ganhando terreno no até agora vertical e elitista mundo da construção. E cada vez mais se usam os estudos usando as licenças Creative Commons para suas obras.
O norte-americano Cameron Sinclair, criador do projeto Architecture for Humanity, é um dos grandes visionários da arquitetura aberta. Em entrevista à revista Wired, Cameron detalha assim seu sonho:“Nosso sonho é desenvolver um banco de dados de desenhos, classificados por localização, temas ambientais e arquitetos. Brincando, eu chamei de Open Source Architecture Network. Já estamos trabalhando com Creative Commons vendo como os projetos estão disponíveis gratuitamente em todo o mundo”. Um importante estudo que já está disponibilizando suas obras com a licença Creative Commons é o madrilenho Ecosistema Urbano. Seu Air Tree Commons, para a Expo Xangai de 2010, foi a primeira obra cujo todo o processo foi desenvolvido com o Creative Commons. O estudo holandês OBOM  é outra bandeira em arquitetura aberta.
Mas essa conspiração feliz de licenças abertas, transparência de processos e arquitetura não se limita a estudos cool. O mais interessante é que existem iniciativas mais horizontais e/ou descentralizadas. O projeto Wikihouse.cc tem um objetivo muito menos extravagante, mas infinitamente mais útil: recopila projetos de habitação, plantas, detalhes técnicos com licenças abertas. Qualquer pessoa pode eleger um modelo e lançar-se na autoconstrução, com toda a garantia técnica. Para frisar esta nova e emergente arquitetura aberta, nada melhor que concluir com o projeto PFC de Montera 34, que recopila trabalhos de fim de carreira. Quantas boas idéias são desperdiçadas em uma gaveta? Chegaremos algum dia, se perguntam dentro da Montera 34, a compartilhar os projetos “em aberto”, permitindo a difusão, reutilização e o remix com licenças abertas? Se você pensa sim, passeie pela hashtag do Twitter #pfccommons.
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Nota do Imagens Cristãs: Amados, imaginem um banco de projetos arquitetônicos apenas de Igrejas, seja de grandes, médias ou pequenas dimensões, em licenças abertas Creative Commons... Quantos cristãos não se beneficiariam disto, notadamente aqueles muitos sem recursos para contratar os serviços de arquitetos. Eis uma ideia para os profissionais cristãos, que pode abençoar a muitos! Se cada um oferecer um pouquinho, em breve estará construído um amplo banco de dados. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Site da revista Wired libera uso de imagens em Creative Commons



O site da Wired, revista especializada em tecnologia, liberou o uso de suas imagens gratuitamente para blogueiros e outras publicações sob os critérios do Creative Commons (CC).

Em sua página oficial, a Wired.com disse que havia se beneficiado do compartilhamento de imagens CC e, por isso, resolveu disponibilizar as fotos produzidas pela equipe do portal. "Os fotógrafos da Wired.com têm o trabalho invejável de fotografar as coisas mais legais e as pessoas mais intrigantes do mundo da tecnologia. Agora, nós vamos disponibilizar muitas dessas fotos para você, público, de graça", anunciou a publicação.

Desde segunda-feira (7), uma galeria no Flickr, com mais de 50 fotos, como os retratos de Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Steve Ballmer, Trent Reznor, entre outros, poderá ser utilizada pelos internautas. Outras imagens de coberturas de eventos também poderão ser copiadas.

Para compartilhar as fotos em Creative Commons, deve-se respeitar os créditos do autor e da revista, discriminando a origem da foto (pede-se que, caso seja publicado na internet, a matéria original seja linkada). A Wired não permite o uso comercial das imagens, apenas editorial, e mashupse colagens são autorizadas.

Com informações da Folha de S.Paulo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Livro de Lawrence Lessig, Remix, para download em licença Creative Commons Free

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O mais recente livro de Lawrence LessigRemix, agora está sob licença Creative CommonsFree. Você pode fazer o download da obra, que versa sobre a cultura do remix (retrabalhar obras de outros artistas), no link abaixo. Kutiman seria um bom exemplo das idéias defendidas pelo autor.
Lessig é o criador do Creative Commons, que busca flexibiliar os direitos autorais. Vale a pena conferir o vídeo da palestra que ele fez na TED Talks.


Outros livros de Lessig podem ser encontrados no blog do autor: http://www.lessig.org/blog/2009/04/remix_now_ccfree.html