segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

O Movimento das Tecnologias Não Alinhadas contra o colonialismo de dados

 


Joyce Souza e Ulisses Ali Mejias

ano de 2020 ainda não acabou, mas já é possível afirmar que este ano o Brasil caminha para uma aceleração sem precedentes da coleta de dados. Nem mesmo a crise humanitária e sanitária que o país enfrenta com a pandemia da Covid-19 foi capaz de frear as fortes e constantes investidas do governo federal para transformar o país em uma colônia de dados, eliminando todo e qualquer conhecimento acumulado em décadas em políticas públicas na área de ciência e tecnologia, nas pesquisas desenvolvidas nas Universidades de todo o país e no trabalho de pesquisadores, ativistas, hackers, makers para a consolidação de uma autonomia nacional digital. 

Em janeiro de 2020, o presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou dois decretos, com a diferença de uma semana entre eles, incluindo a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DataPrev) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) no Programa Nacional de Desestatização (PND).   

Ambas as estatais concentram dados pessoais, que permitem a identificação precisa de milhões de brasileiros, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), Carteira de Habilitação Digital, endereços, entre inúmeros outros. Privatizar e permitir que empresas tenham acessos a essas informações é tão crítico que, recentemente, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou no estudo “A Caminho da Era Digital no Brasil” um parecer com ressalvas sobre essas privatizações e o papel crítico do acesso privado aos dados dos cidadãos brasileiros.

O processo de privatização dessas duas empresas ainda está em andamento e não se sabe como ocorrerá e qual ou quais corporações terão acessos a essa gama gigantesca de dados dos brasileiros. 

Contudo, o problema não acaba por aí. Há outras privatizações e contratações de plataformas privadas anunciadas ou já efetuadas em 2020 pelo governo federal. Uma delas é a parceria, anunciada em maio deste ano, entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC) e a empresa norte-americana Cisco com o objetivo de acelerar a transformação digital do Brasil e “ajudar o país a se preparar para uma nova era de hiperconectividade e economia digital, além de apoiá-lo na recuperação social e econômica, à medida que o Brasil entrar em uma nova realidade pós-pandemia”, com foco em “áreas de educação, saúde, segurança cibernética, agronegócio, segurança pública, energia e manufatura, a partir de parcerias com o setor público, indústria e academia”. Em outras palavras, a Cisco, por meio desse acordo, passará a ter não só acesso como armazenamento dos dados e registros produzidos em todas essas áreas. 

Ainda se tratando do acesso de corporações norte-americanas aos dados produzidos no Brasil, o desmonte de softwares livres e de licenças não proprietárias no governo federal avança desde 2016 e ultimamente tem se aprofundado. De acordo com um estudo que consta numa consulta pública, aberta em outubro deste ano pelo ministério da Economia, a Controladoria Geral da União (CGU) indicou que mais da metade, de um universo de 141 órgãos públicos, utilizam o sistema operacional da Microsoft (Windows 7).

Os ganhos das Big Techs

O relatório intitulado “Digital Economy Report 2019”, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), aponta que as plataformas digitais estão adotando práticas de otimização tributária que evitam o pagamento de impostos. É neste sentido que surgiram negociações no âmbito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para criar um novo regime tributário global para plataformas digitais que, no entanto, não avançaram devido às ameaças de retaliação tarifária por parte dos Estados Unidos, conforme observou Juan Ortiz Freuler

 Para além da questão tributária, o relatório da UNCTAD apresenta preocupações crescentes relacionadas à privacidade e segurança, democracia e ética, bem como o risco de vigilância massiva e de colonialismo digital praticados pelas plataformas, em especial, porque, segundo o estudo, os Estados Unidos e a China detêm 90% do valor de capitalização de mercado das 70 maiores plataformas digitais, ao passo que as setes maiores, a saber, Microsoft, Apple, Amazon, Alphabet (detentora da Google), Facebook, Tencent/WeChat e AliBaba, possuem dois terços desse mercado. 

Ainda de acordo com o relatório, a China e os Estados Unidos lideram todos os avanços digitais e juntos representam “75% de todas as patentes relacionadas às tecnologias de blockchain, 50% dos gastos globais na Internet das Coisas (loT) e mais de 75% do mercado mundial de computação em nuvem”.

O relatório mostra, ainda, que o modelo de negócios dessas plataformas concentra-se em coleta de dados. Os dados não têm valor econômico até serem coletados, processados e empacotados em forma de “produtos”, que serão vendidos a compradores que buscam atingir um público-alvo específico para a venda de seus produtos ou serviços. Com o indivíduo já categorizado, através do mapeamento que a plataforma fez do seu perfil, o comprador consegue melhor modular suas estratégias para atingi-lo mais rapidamente.  

 Neste cenário, a Google domina 90% do mercado de busca na internet, a Amazon um terço da atividade de varejo online e de infraestrutura de serviços de internet, o Facebook domina 66% do mercado global de mídia social e o WeChat (com 1 bilhão de usuários ativos) e a Aliplay dominam 100% do mercado de soluções de pagamento móvel do mundo.  

As plataformas criadas por essas gigantes da tecnologia produzem um ambiente social voltado para o capital, isto é, uma forma de sociabilidade que está pronta para converter nossas vidas em fontes de renda por meio dos dados, o que sugere uma nova forma de exploração, apropriação e dinâmicas de discriminação e desigualdade, que é denominada de colonialismo de dados.

Novo colonialismo, para além das riquezas naturais  

O colonialismo de dados não é uma figura de imagem ou uma mera extensão das formas históricas do colonialismo. É uma forma distinta de colonialismo, que combina as práticas de extração predatórias do colonialismo histórico com os métodos de quantificação abstrata da computação característicos do século XXI. Em outras palavras, é o colonialismo de dadosconforme apresentado na obra The Costs of Connection: How Data Is Colonizing Human Life and Appropriating It for Capitalism

Tal como o colonialismo histórico e a acumulação primitiva proporcionaram as condições prévias essenciais para a emergência do capitalismo industrial, o colonialismo de dados fornecerá as condições para uma nova etapa capitalista que ainda mal vislumbramos, mas para a qual a apropriação da vida humana através dos dados será central. 

Pode-se dizer que o colonialismo de dados não envolve um único polo de poder colonial, mas ao menos dois: Estados Unidos e China. De um lado estão os Estados Unidos e empresas como Facebook, Alphabet, Apple, Amazon e Microsoft, do outro lado está a China e empresas como WeChat, Aliplay, Alibaba, Weibo, ambos os polos com seus serviços e plataformas para angariar imensas bases de dados.

Diante deste cenário, o que podemos fazer?

Olhar para trás, criar o novo e ousar ir além

Talvez seja necessário revisitarmos a história e a criação do Movimento dos Não Alinhados na Conferência de Bandung, realizada em 1955, na Indonésia, e considerada a expressão da rebelião contra a dominação europeia. Convocada pelos cinco países do grupo de Colombo (Índia, Paquistão, Ceilão – hoje Sri Lanka -, Birmânia – hoje Mianmar – e Indonésia), a conferência reuniu os chefes de Estado ou governo de 29 países, que tinham em comum a hostilidade à opressão colonial e ao neocolonialismo e a busca pela independência política frente aos dois grandes blocos opostos durante a Guerra Fria: Estados Unidos e União Soviética. 

Embora o Movimento dos Não Alinhados não tenha tido muito sucesso, em especial, porque cada país passou a lidar com suas especificidades domésticas, circunstâncias regionais e relações com as ex-metrópoles e com as superpotências de forma individualizada, entre outras questões, ainda assim podemos aprender lições importantes para avançarmos em algo mais ambicioso.

 A urgência de um Movimento de Tecnologias Não Alinhadas

Por isso, propomos um Movimento de Tecnologias Não Alinhadas – uma aliança não necessariamente entre nações, mas entre múltiplos atores que trabalhem pelos mesmos objetivos e que unidos declarem o seu não alinhamento aos Estados Unidos e a China. 

O principal objetivo do movimento seria a transição de tecnologias que operam contra os interesses da sociedade para tecnologias que sirvam aos seus interesses. Para tal, precisamos definir o que é de interesse público quando se trata de tecnologias e como fazermos com que elas atendam a esses critérios. 

Pesquisadores, hackers, ativistas, makers e alguns membros da sociedade civil têm reunido esforços há um bom tempo para que isso aconteça. Porém, o movimento permitiria formar um consórcio global para apoiar coletivamente essas tarefas e também envolver quem quer que seja, em qualquer lugar, nessa construção. É importante ressaltar que a participação da sociedade civil global é fundamental para que as mudanças sejam efetivas, por isso unir os dispersos é um dos pilares do movimento.  

Sabemos que isso demandará tempo e que deverá permear o nosso horizonte a longo prazo. Porém, enquanto isso, como forma secundária de atuação, poderíamos promover a regulamentação e a tributação de tecnologias que não são de interesse público e criar a nacionalização dos dados para que as Big Techs sejam forçadas a pagar às nações o valor que extraem de seus cidadãos. Os impostos resultantes dessa nacionalização poderiam ser investidos diretamente em programas que beneficiem a sociedade, como saúde, educação, desenvolvimento tecnológico, entre outros.

Neste sentido, cabem aqui dois adendos importantíssimos: o bem social para o movimento está além do benefício individual e, portanto, deve-se pensar muito além da ideia de pagar aos indivíduos por seus dados. Por outro lado, apontamos a nacionalização dos dados não no sentido de transferir a propriedade mercantilizada para o Estado, mas de afirmar o controle nacional sobre um recurso extraído ilegitimamente.  

Para começar, o movimento poderia iniciar com três ações específicas: análise e decisão de quais plataformas de código aberto deveriam ser apoiadas em bloco – a ideia seria criar plataformas paralelas às oferecidas pelo eixo das Big Techs, mas sem extração e despossessão dos dados; criação de um laboratório global, que poderia ser denominado como Observatório de Algoritmos, cuja proposta seria a combinação de um projeto de ciência cidadã e de alfabetização midiática, para que seja de conhecimento geral o que são, como operam e as possíveis consequências dos algoritmos empregados por essas corporações; e, por fim, poderia instituir um protocolo para que comunidades concedessem a aprovação de tecnologias novas e existentes para que somente aquelas que não coloquem em risco os interesses da sociedade civil operassem dentro das comunidades do movimento. 

Esses pontos iniciais e as verificações subsequentes poderiam ser realizadas por um conselho múltiplo, que incluísse representantes de diferentes segmentos da sociedade. Esses conselhos deveriam operar localmente, pois cada comunidade sabe se uma determinada tecnologia vai contra seus interesses específicos. No entanto, o movimento em âmbito global favoreceria treinamentos e discussões sobre as definições dos conselhos e o modo operante. 

Teremos uma longa batalha pela frente. É preciso estarmos juntos e agirmos como um bloco, conscientes dos árduos caminhos a serem percorridos coletivamente, mas também de tudo o que juntos ganharemos. O objetivo é criarmos uma nova ordem social, de modo que mesmo indivíduos e pequenas comunidades devem ser capazes de contribuir com essa ordem.O Movimento de Tecnologias Não Alinhadas já está em marcha, conheça e se engaje.

Fonte: https://jacobin.com.br/2020/12/o-movimento-das-tecnologias-nao-alinhadas-contra-o-colonialismo-de-dados/

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

C. S. Lewis, Tolstoi, Martin Luther King Jr. - e outros livros de citações para download

100 FRASES DE C. S. LEWIS - O escritor Clive Staples Lewis nasceu em 1898 em Belfast, na Irlanda do Norte (Reino Unido).  Multitarefas, Lewis foi professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e apologista cristão britânico, após abandonar o ateísmo, influenciado por seu amigo, o igualmente famoso J. R. R. Tolkien (de O Senhor dos Anéis). Lewis é reconhecido e estimado em todo o mundo, seja por sua série ficcional As Crônicas de Nárnia, seja por seus escritos que reúnem com rara argúcia e beleza de estilo temas metafísicos, filosóficos e religiosos. Sua obra literária abarca 38 livros, dos quais diversos já foram traduzidos para a língua portuguesa.
Reunimos aqui uma seleção de frases para iluminar sua jornada, amigo(a) leitor(a). De educação à religião, de ética à literatura, de felicidade à dor, passando por temas os mais diversos, a sabedoria de um dos maiores autores do século XX aqui se faz presente, em pequenas doses, cápsulas para o seu dia-a-dia.
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100 FRASES DE LIEV TOLSTOI - O romancista russo Liev (também dito Lev, Leon, Leão) Tolstoi nasceu em 1828, na pequena vila de Yasnaya Polyana.
Para além de sua obra literária que se configura como uma das maiores já criadas, Tolstoi ganhou fama como pacifista e pensador. Suas ideias, que versam do anarquismo ao vegetarianismo, iam de encontro ao status quo vigente, mesmo entre instituições cristãs, algumas das quais ele denunciava como não vivendo o verdadeiro cristianismo, conforme pregado por Cristo no Sermão da Montanha (Mateus caps. 5 a 7).
Reunimos aqui trechos de reflexão que vão da educação à religião, de ética à literatura, de felicidade à dor, avançando por temas os mais diversos. A sabedoria de um dos maiores autores da humanidade aqui se faz presente, em pequenas doses, cápsulas para alimentar o seu dia a dia.
Tenha uma boa leitura!
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100 FRASES DE MARTIN LUTHER KING - Martin Luther King Jr. (1929 – 1968) foi um pastor protestante e ativista político norte americano. Sua cruzada em favor dos direitos civis dos negros e pobres fez dele uma das mais importantes vozes de protesto e luta por justiça do século XX.
Seus esforços não se limitaram ao combate às práticas de discriminação racial: King foi defensor dos direitos das mulheres, opositor da guerra do Vietnã e militou ainda por melhores salários e condições de trabalho para a população de baixa renda.
Graduado em sociologia e teologia, com doutorado nesta última, King sempre foi um hábil artesão da palavra, e seus discursos são ricas peças de exortação e motivação.
Sua grande força moral, que lhe rendeu o Prêmio Nobel da Paz (1964), recebeu influência do princípio da não-violência de Mahatma Gandhi e principalmente dos ensinos de Jesus Cristo. Por sua vez, seu exemplo e suas palavras impactaram e continuam a influenciar pessoas em todos os cantos da Terra.
Confira, neste breve livro, um pouco da riqueza do pensamento de Martin Luther King Jr.  E, no texto ao fim deste volume, entenda a origem da irrefreável esperança e sede de justiça que tornaram King um gigante.
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100 FRASES DE BLAISE PASCAL - Matemático, físico, filósofo, teólogo: já desde a infância, o francês Blaise Pascal dava indícios de sua genialidade. E, nos apenas trinta e nove anos de vida, suas contribuições para a ciência e o pensamento universal foram fabulosas.
Nascido em Clermont-Ferrand, na França, em 1623, o precoce e constante esforço intelectual de Pascal contribuiu para a evolução do método científico, inaugurou novos campos de pesquisa na física e na matemática e levou até mesmo à construção da primeira máquina calculadora, chamada de Pascalina.
Aos trinta e um anos, Pascal passa por uma experiência espiritual de grande impacto em sua vida e obra, passando a dedicar-se com mais afinco à reflexão filosófica e teológica, sem descuidar de seus trabalhos científicos.
Neste breve livro, reunimos um pouco da sabedoria e perspicácia, muitas vezes desconcertantes, deste que foi um dos maiores intelectuais com que a humanidade já se viu agraciada. 
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100 FRASES DE G. K. CHESTERTON - O polivalente e desconcertante Gilbert Keith Chesterton foi muitos - escritor, poeta, crítico de arte, jornalista, teólogo... Nascido em 1874 em Londres e falecido em 1936, sua vasta obra (apenas os livros beiram os oitenta) abarca desde os clássicos de seu pensamento crítico e apologético como Ortodoxia e O Homem Eterno até ficções como O Homem que Foi Quinta Feira, além dos muitos livros de seu renomado detetive, Padre Brown. Sua obra teve considerável influência sobre nomes que vão desde C. S. Lewis até Jorge Luís Borges.
Grande polemista e observador arguto da alma humana, Chesterton construiu sua obra celebrando a vida e o mistério do Universo, demolindo argumentos relativistas e opositores de ocasião. Seu raciocínio por vezes (e este é um de seus encantos) trilha caminhos inesperados. É preciso estar atento: A ironia e o paradoxo são as constantes em muito do pensamento do autor. 
Aqui, um pouco da verve, da luminosidade e da espirituosidade do gigante (1,93m) peso-pesado (130kg), que era chamado não sem razão de “o príncipe do paradoxo”.
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100 FRASES DE AGOSTINHO DE HIPONA (SANTO AGOSTINHO) - Nascido em Tagaste, no norte da África, em meados do século IV, Agostinho foi um dos mais importantes filósofos e teólogos ocidentais, sendo considerado mesmo o maior dentre aqueles eruditos chamados de “Pais da Igreja”. 
Sua obra antecipou temas da literatura, da ética e da psicologia que seriam debatidos e expandidos nos séculos seguintes. A beleza e a maestria de sua escrita, bem como a perspicácia de seu pensamento, fazem suas obras, como Confissões e A Cidade de Deus, serem tidas e celebradas como obras-primas da literatura universal.
Neste breve livro, reunimos um pouco do tesouro sapiencial deste que foi o mais humano dos “santos”, e pensador basilar da cultura ocidental.
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Frases UP! 250 Frases para motivar e iluminar o seu dia - Este e-book reúne uma coleção de frases coligidas de épocas e autores os mais diversos, no objetivo de formar um breve compêndio de sabedoria para iluminar e motivar o seu dia a dia e a sua vida.
Mas o que é, em breves termos, “motivação”? Podemos entender motivação como o conjunto de forças internas que mobilizarão o indivíduo para atingir um dado objetivo como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio.
A palavra motivação vem do latim movere, que significa “mover”. A motivação é, então, aquilo que é susceptível de mover o indivíduo, de levá-lo a agir para atingir algo (o objetivo), e de lhe produzir um comportamento orientado.
Esperamos que você tenha uma boa leitura, e possa compartilhar esta pequena seleta e suas cápsulas de sabedoria com seus amigos! 
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PAZ em 200 Citações - Vivemos em tempos de crescente agitação. A informação, surgindo de todos os lados, ganha ares de avalanche. A violência, seja urbana ou rural, física, simbólica ou virtual, toma os espaços e espalha tristeza e medo, quando não terror.
Neste cenário de acelerada e intensificada agitação e violência, onde encontrar a paz? Sobre que bases e com que ferramentas construí-la?
Neste breve livro, reunimos algumas percepções e pensamentos sobre a Paz, oriundas de pensadores, estadistas, escritores os mais diversos no tempo e no espaço.
O texto que encerra essa seleta demonstra como a paz que almejamos está ao alcance daquele que a busca, e pode, uma vez conquistada, ser irradiada para os outros.
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As 100 Mais Belas Frases Sobre o PERDÃO - O Perdão é uma força muito poderosa. Se a guarda da mágoa contra alguém, ou a incapacidade de perdoar a si próprio, de acreditar que há perdão para seus atos e sua história, atormenta e adoece o corpo e a mente de uma pessoa, o perdão – dado, encontrado, aceito – traz cura e libertação, além de paz, renovação e energia para seguir em frente.
Gosto muito de uma pequenina ilustração sobre o perdão:
Havia um rei que vinha sofrendo muito com seus súditos rebeldes. Mas, um dia, cansados de seus crimes, eles depuseram suas armas, se jogaram aos pés do rei e imploraram misericórdia. Ele perdoou a todos. Então um de seus amigos lhe disse: "Rei, o senhor não disse que todo rebelde deveria morrer?"
"Sim", respondeu o rei, "mas não vejo rebeldes aqui".
Assim é o perdão: Não um simples ou parcial “esquecimento”, mas uma real mudança de atitude, seja da parte do perdoador, seja da parte do perdoado. Uma oportunidade de reinício, uma ação proativa.
Este pequeno livro reúne uma seleção de frases de autores os mais diversos, coligidas com o único propósito de lhe oferecer as mais ricas reflexões sobre o tema do Perdão.
Que a leitura deste livro lhe traga esclarecimento e ajuda.
Perdoe, perdoe-se, e seja perdoado!
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domingo, 14 de julho de 2019

A Antologia como equipamento didático na formação e prática de professores: Exposição, defesa e perspectivas



RESUMO

No Brasil, pouca é a literatura crítica sobre o gênero antologia e também sobre seu oficiante, o antologista. A reflexão sobre o gênero decai em ainda maior lacuna quando pensado em correlação com a educação. O presente artigo objetiva: Refletir sobre o conceito de antologia e a figura do antologista; analisar a validade das antologias enquanto equipamento de ensino; fazer a defesa desta modalidade litero-editorial; apresentar perspectivas para sua melhoria enquanto produto editorial; e incentivar a que professores possam proceder à sua confecção e utilização nos processos didáticos nos ensinos fundamental e médio, em todas as disciplinas. O método de pesquisa foi fundamentado em revisão bibliográfica e estudos de caso. Como resultados do presente estudo, pudemos dimensionar a imensa lacuna bibliográfica referente ao tema, notadamente em sua imbricação pedagógica, lacuna que buscamos minorar. Confrontamo-nos ainda com as dificuldades de ordem legal e prática para a ampliação do uso da antologia no processo pedagógico por parte dos docentes, e pudemos tecer proposições críticas e práticas para facilitar e ferramentar professores para a utilização deste gênero. A partir dos resultados obtidos, concluímos pela necessidade de ampliação da reflexão acadêmica e pública sobre o tema da antologia, a ampliação de sua utilização em todo o maquinário escolar e mudanças na legislação do direito autoral que facilitem sua elaboração pelo docente, temas que trazemos à discussão pública. 

PALAVRAS-CHAVE: Antologia; Antologista; Formação de Professores; Teoria da Literatura; Didática

BAIXE O ARQUIVO PELO GOOGLE DRIVE, CLICANDO AQUI.

Sammis Reachers

sábado, 22 de junho de 2019

500 frases sobre a POESIA em livro gratuito - Baixe o seu

dicas para redacao ENEM 2019



   Além de poeta, esse mal menor, tenho há mais de uma década sido editor de poesia. Ao longo do tempo, vez por outra fui indagado por poetas, sejam iniciados, iniciantes e outros que sequer deram o primeiro verso, mas, temerosos, soltavam questionamentos em busca de rumos e indicações que lhes permitissem o ingresso nessa Pasárgada Total que é a Poesia:

O que é a poesia? O poema? E o poeta?

        Um dos motes para a realização desta antologia de citações é esse: Ofertar, num golpe único, algumas das melhores definições e reflexões sobre o que é a poesia e o poema, o poeta e o fazer poético. Assim poetas, o almirantado, mas também marujos vários: críticos, filósofos, santos e bunda-lêlês aqui estão vaticinando suas assertivas, algumas delas realmente extraordinárias, é preciso dizer. E ainda descemos aos últimos porões do léxico: São 17 os dicionários consultados pelo verbete poesia.
        Um livro de graça. O trigésimo? Após quase vinte antologias poéticas, uma (meta)antologia em prosa sobre a poesia em si, em dó, em lá de bem dalém do Bojador. Sim. Mais uma estrofe quixotesca de meu trabalho de pichador de muros e promotor literário, editor e antologista  de poesia primeiramente. Sei que essa faina frágil, robinhoodiana de piratear sintagmas no Mar dos Ingratos há de me render um dia não a forca mas homenagem  uma estátua, construto de fumaça, na mais imaginarinútil de todas as ilhas do Atol de Utopia. Que seja. Queimo minha nau pelo prazer da ardência e o torpor da fumaça: sou um multiplicador de embriagados. Apesar da ingratidão dos homens e das musas, tudo que sei é esse navegar. Nunca prestei pra mais nada na vida, e para essa ardência em águas me conservou o Deus.
        Bem-vindo a bordo da nau incendiada, marujo. Queime seus pés no tombadilho ardente, produza ar quente para insuflar o que restam das velas e o que você tenha de asas. E encontre, ao tombar o horizonte, aquilo que busca.

Sammis Reachers 

PARA BAIXAR O LIVRO (FORMATO PDF) PELO GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

Compartilhe esse livro com seus contatos e confrades, alunos e professores, partidários e detratores: Por e-mail, redes sociais... Disponibilize-o para download gratuito em seu blog, site, portal. A Poesia há de vencer!

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O Livro e o Prazer da Leitura em 400 Citações


O livro é a porta para o que é o homem, o que é humano. É o testemunho máximo de nossa história e evolução, raízes e anseios – e nosso alcance. Faltam-nos palavras para descrever o livro. Bem, este é justamente um dos motivos desse livro sobre o livro (e sobre a leitura): coligir reflexões as mais diversas sobre o nosso amigo de todas as horas, bem como sobre o prazer que a leitura proporciona, oriundas de autores, tempos e culturas os mais variados.
A reflexão sobre o livro e o incessante e multiforme incentivo à leitura precisam estar na base, no “chão” da cultura, para que o edifício se erga e sustenha. Afinal, o livro é o objeto cultural elementar.
Pais e educadores, leitores e escritores, livreiros, editores, políticos, jornalistas – profissionais e amantes do livro e qualquer um preocupado com os destinos da educação e do próprio país encontrarão aqui um ferramental de boa e urgente reflexão. “Munições” para lembrarmos, celebrarmos e promovermos a cada dia mais a Sua Excelência, o Livro.

Sammis Reachers

O livro encontra-se à venda apenas pela livraria AMAZON. Você pode adquirir o seu clicando AQUI.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Os melhores pensamentos sobre Educação em livro grátis



"Todo o propósito da Educação é transformar espelhos em janelas."
Sidney J. Harris

No e-book A Educação em 365 Frases, reunimos esta e (mais de) 365 outras frases sobre este tema capital para o homem, a Educação.
Indo dos primórdios gregos até grandes pensadores e educadores ainda em atividade, um verdadeiro tesouro de definições e reflexões se oferecem ao leitor, numa obra singular em nossa bibliografia, que visa graciosamente auxiliar a educadores de toda espécie, e ainda estudantes e todo aquele interessado no tema.

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sábado, 17 de junho de 2017

Impresso Normal, modalidade dos Correios para o envio de livros, ficará mais caro


O envio de certos livros agora fica mais caro. Os Correios resolveram limitar a modalidade de envio "impresso normal", voltada justamente para o despacho mais barato de livros. Nessa modalidade, uma tabela permite variação de preço a cada faixa de peso, até um peso máximo, sem considerar a distância.
O limite antes era de 20 kg, e agora passa a ser de somente 2 kg. Em 2016, os Correios já haviam tentado limitar a modalidade de envio -à época, a ideia era diminuir o peso permitido de 20 kg para 500 g, mas a empresa acabou recuando.
A medida deve afetar o envio de livros técnicos, como obras de medicina e direito, que costumam ultrapassar o peso agora permitido. Os livreiros menores e sebos em locais longe do eixo Rio-São Paulo também devem sentir mais os efeitos da mudança.
Para ter uma ideia, 67% das compras feitas na Estante Virtual são feitas fora do Rio e de São Paulo.
"Há livreiros distantes que sobrevivem com as vendas on-line. Agora, com a alteração, fica difícil eles concorrerem com o grande e-commerce", diz Richard Svartman, CEO da Estante Virtual.